terça-feira, 20 de março de 2012

Quinteto é colocado atrás das grades acusado de tráfico de drogas

Alex Miranda de Souza

Erisvaldo Nascimento de Oliveira
 
Jovenilson Silva Neres

Genival da Silva Sousa

Laudilene Alves Carneiro



Em duas operações distintas, a Polícia Militar colocou na cadeia no último final de semana, em Parauapebas, cinco pessoas acusadas de comercializar entorpecente na cidade e na zona rural.
O quinteto é formado pelos indivíduos Alex Miranda de Souza (25 anos, natural de Moju-PA), Erisvaldo Nascimento de Oliveira (28 anos, natural de Lago Verde-MA), Genival da Silva Sousa (35 anos, natural de Abaetetuba-PA) e a mulher deste, Laudilene Alves Car-neiro (31 anos, natural de Centro dos Ferreira-GO), que foram presos na Vila Sanção num alojamento de uma empresa que presta serviço no Projeto Salobo, município de Marabá, e Jovenilson Silva Neres (36 anos, natural de Vitorino Freire-MA), que foi detido em Parauapebas.
Junto com os cinco acusados a polícia apreendeu uma boa quan-tidade de maconha prensada e vários papelotes contendo crack.
À guarnição da Polícia Militar do destacamento da Vila Sanção, composta pelo sargento Jorge e o cabo Valtônio, o elemento Geni-val da Silva Sousa confessou que a droga apreendida lhe pertencia, a qual tinha comprado na cidade de Abaetetuba (PA), “mas apenas para consumo com os companheiros de alojamento”, negando, porém, ser traficante de droga, e que Laudilene Alves Carneiro é apenas companheira dele, mas não é usuária de entorpecente.
Em depoimento, Alex Miranda de Souza disse que não é usuário de droga nem tampouco traficante, e que desconhece a quem pertencia a droga encontrada no alojamento. Erisvaldo Nascimento de Oli-veira, por sua vez, confessa que é usuário de maconha, mas nega que a droga encontrada lhe pertença.
Com Jovenilson Silva Neres, que foi flagrado na madrugada de sábado (17) numa briga com um desafeto na frente de uma casa de show localizada no Bairro Liberdade, a polícia encontrou na resi-dência do acusado uma embalagem plástica contendo crack e outra dentro da capa do colchão de solteiro, além de uma caixa em cima do guarda roupa com diversos fios de cobre utilizados para realizar as amarras das “petecas de crack” a ser comercializadas. (Vela Preta/Waldyr Silva)

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