sábado, 1 de agosto de 2015

Corpo encontrado carbonizado

Até o início da noite desta sexta-feira (31), a Polícia Civil ainda não tinha informações suficientes para elucidar a morte de um homem cujo corpo foi encontrado carbonizado na região de Palmares II, zona rural do município de Parauapebas.

Segundo informou o investigador Almeida, o corpo da vítima foi encontrado por volta de 13h30 por funcionários da mineradora Vale que se encontravam trabalhando em obras perto de uma ponte naquela localidade, distante 15 quilômetros de Palmares II.

Ainda de acordo com o investigador de Polícia Civil, como o corpo estava praticamente todo carbonizado, somente perícia do IML poderá atestar como a pessoa foi morta e exame de DNA para identificação. (Vela Preta/Waldyr Silva)

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Assassinato no Bairro Cidade Jardim pode ter sido latrocínio

Célio Sinval de Souza foi assassinado por volta das 17h30 desta quarta-feira (29), na Rua T-12, Bairro Cidade Jardim, em Parauapebas, com um único tiro, dentro do quarto, por dois homens que o renderam e pediram dinheiro.

Conforme informou à reportagem o sargento PM Evaldo, a vítima estava com outra pessoa na frente de casa quando os dois homens chegaram, renderam e mandaram Célio entrar na residência, junto com a testemunha.

"Segundo a testemunha, eles entraram perguntando pelo dinheiro de Célio Sinval, mas este respondeu que não tinha dinheiro e que o que ele tinha havia sido depositado no banco", contou o militar, adicionando que a vítima foi forçada a entrar no quarto, onde reagiu.

De acordo ainda com o sargento Evaldo, a vítima começou uma luta corporal com os dois indivíduos e foi fatalmente atingida por um disparo de arma de fogo. A reportagem tentou conversar com familiares de Célio Sinval, porém todos estavam extremamente abalados com o crime. (Vela Preta/Waldyr Silva)

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Primos são presos e confessam assaltos

Presos pela Polícia Militar na tarde da última segunda-feira (27), os primos Diogo Costa Pereira e Rafael da Silva Carvalho confessaram em depoimento à Polícia Civil terem participado de dois assaltos em Parauapebas, na companhia de outros três cúmplices que conseguiram fugir quando o bando foi abordado.

A prisão da dupla aconteceu depois que uma guarnição da Polícia Militar estranhou quando um veículo Fiat Siena prata passou em alta velocidade por uma blitz. Perseguido, o carro parou e dele saíram cinco pessoas correndo em direção a uma ladeira, mas os militares conseguiram pegar apenas Diogo e Rafael, além de apreender um revólver calibre 38 e o carro, que estava repleto de encomendas roubadas dos Correios.

De acordo com o delegado Heitor Magno, plantonista da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, os dois têm envolvimento ao assalto em um supermercado no Bairro Tropical e num caminhão baú dos Correios que fazia entregas na cidade.

Segundo ainda a autoridade policial, os demais envolvidos estão sendo investigados, porém os nomes, por enquanto, serão mantidos em sigilo. Um deles seria o proprietário do carro apreendido.

Em depoimento à Polícia Civil, os dois homens detidos informaram que estavam jogando bola em uma quadra, na tarde de segunda-feira, com outros dois envolvidos, quando o quinto indivíduo chegou com o carro.

O motorista do veículo teria convidado os demais para fazer um assalto, afirmando que precisava levantar dinheiro para viajar. Os primos dizem que também precisavam de dinheiro e aceitaram a proposta de assalto. No supermercado foram roubados R$ 200 e aparelhos telefônicos. Do caminhão todas as caixas que estavam no baú foram levadas. (Vela Preta/Waldyr Silva)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Golpe de suposto sequestro faz vítimas em Parauapebas


Telefonemas supostamente originados de dentro de presídios, em que a pessoa do outro lado simula o sequestro de um parente da vítima ou a informa que ela ganhou uma promoção, vêm ocorrendo com frequência em Parauapebas, fazendo vítimas desse tipo de golpe.

Durante a ligação, os bandidos exigem que quantias em dinheiro sejam depositadas em suas contas bancárias, seja para pagar o resgate da pessoa que na realidade não foi sequestrada, seja para que a vítima retire seu suposto prêmio.

Segundo informa a delegada Yanna Azevedo, da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, recentemente tem aumentado o número de pessoas que procuram a delegacia para denunciar o golpe. “É um golpe que há tempos vem sendo aplicado em todo o país, mas nas últimas semanas recebemos casos de pessoas que receberam telefonemas desta natureza. Duas pessoas chegaram a depositar dinheiro para o resgate do suposto sequestro", afirma.

A delegada acrescenta que uma das vítimas transferiu R$ 1 mil aos bandidos e outra a quantia de R$ 10 mil. "Nos casos dos sequestros simulados, eles colocam pessoas para gritar e chorar, aterrorizando as vítimas. As duas pessoas que caíram no golpe alegaram que as vozes pareciam com as dos parentes, mas temos que ter a ciência de que a voz é semelhante quando a pessoa está chorando ou gritando", alerta Yanna Azevedo.

A autoridade policial orienta que as pessoas devem ter muito cuidado ao receber ligações em seus celulares de números estranhos de outros estados ou números privados. “Além disso, tente procurar pelo parente supostamente sequestrado e cuidado para não dar informações que possam auxiliar o golpista. Quem receber esse tipo de ligação deve procurar a Delegacia de Polícia Civil e registrar boletim de ocorrência”.

Com relação às supostas premiações, Yanna Azevedo sugere que as pessoas precisam estar atentas ao fato de que para ganhar algo precisa estar inscrita em alguma promoção. "Quando a gente ganha algum prêmio não tem que pagar mais nada para recebê-lo", diz ela, observando que a modalidade de golpe também existe por mensagens de texto. (Vela Preta/Waldyr Silva)

Líder comunitário de Parauapebas preso em Belém faz apelo no facebook


Na manhã da última terça-feira (21), o líder comunitário Jonas Conrado, de Parauapebas, fez uma postagem em seu perfil na rede social facebook e pediu que a sociedade o ajudasse. Jonas foi preso em Parauapebas no último dia 28 junho, acusado pelos crimes de extorsão e associação criminosa, e transferido para Belém.

De acordo com as investigações, o acusado estava extorquindo familiares de pessoas investigadas pela Operação “Filisteu”, do Ministério Público do Pará, exigindo de R$ 250 mil a R$ 1 milhão, afirmando que esse valor seria repassado para procurador de Justiça e presidentes do TJ e TRE.

Apelo no facebook
“Eu quero pedir um apelo para toda a sociedade de Parauapebas e meus amigos que me conhecem e sabem que não sou nenhum criminoso, mas estou sendo tratado como um. Fui muito agredido e ainda estou sendo, pois me encontro numa situação difícil, pois estou pagando por uma coisa que não cometi. Eu não tenho o dinheiro que falaram que eu tinha, porque se fosse assim não estaria preso. Eu peço que as pessoas que puderem me ajudar, procurem minha família ou minha mulher Fernanda, quadra 37 lote 52 bairro Tropical 2. Agradeço aqueles quer puderem me ajudar. Me ajudem”, finalizou.

Ainda não se sabe se foi o próprio Jonas Conrado que conseguiu driblar a segurança do presídio em que se encontra preso e teve acesso às redes sociais, ou se o acusado pediu para alguém de sua família fazer a postagem em seu perfil do facebook. (Pebinha de Açúcar/Waldyr Silva)

terça-feira, 21 de julho de 2015

Polícia Civil do Piauí mantém sigilo sobre assassinato de soldado do Pará

Até o fechamento desta matéria, a Polícia Civil do Estado do Piauí ainda mantinha em sigilo as investigações sobre a execução do soldado Maycon Wellington Teixeira Batista, de 32 anos, lotado no 23º Batalhão de Polícia Militar, com sede em Parauapebas, e foi assassinado em Teresina (PI) na última sexta-feira (17).

Em declarações prestadas à reportagem, o capitão PM Dercílio Júlio explica que o soldado Maycon estava de licença médica no Estado do Piauí após ter machucado o joelho. O oficial acompanhou o sepultamento, que ocorreu no último sábado (18), no município Barro Duro (PI), onde a família da vítima reside, e informou que a Secretaria de Segurança do Estado do Piauí está apoiando totalmente as investigações.

Ele acrescenta que após o enterro do colega foi a Teresina e falou com o secretário, a quem solicitou apoio da Polícia Civil. No domingo (19), o policial militar disse ter conversado com o delegado Danúbio Dias, que está à frente da situação.

Execução
Segundo ainda o capitão, o soldado Maycon Wellington estava retornando de uma igreja evangélica, por volta das 19h30 de sexta-feira (17), dirigindo um veículo Ford Fox, de placa HYE 9821, quando foi alvejado na Avenida Miguel Rosa, Zona Sul de Teresina. Ao receber os primeiros disparos, a vítima ainda saiu correndo do veículo, mas foi alvejada novamente por cinco disparos, dos sete efetuados, um deles na cabeça.

Soldado exemplar
O soldado Maycon Wellington era considerado bom policial pelo comando do 23º BPM. “Era um excelente policial. Fui seu comandante e ele nunca faltou ao serviço. Era estudioso e de família humilde”, reconheceu o capitão Dercílio Júlio, acrescentando que Maycon entrou para os quadros da Polícia Militar em 2009, era formado em História e atualmente estava estudando para outro concurso.

Ameaças
Um dia após a morte do policial militar, no sábado, comentários rapidamente se espalharam em grupos de Whatsapp do meio policial e de imprensa dando conta que Maycon havia sido ameaçado de morte por um homem identificado apenas por Samuel, foragido da carceragem do Rio Verde, em Parauapebas.

Os boatos diziam também que a ex-companheira do soldado, Nilcélia de Sousa Silva, conhecida por “Maíra”, ex-diretora da casa penal, teria envolvimento no crime, por ter mantido caso amoroso com Samuel, que teria prometido matar o policial.

Indagado sobre o assunto, Dercílio Júlio respondeu que a denúncia estava sendo investigada pela Polícia Civil do Piauí. "Maíra estava na casa dele, com ele, no Piauí, mas há três semanas havia sumido do local", revelou. Maíra não foi localizada pela reportagem para comentar as suspeitas. Samuel, segundo o militar, é conhecido por fazer parte de um bando que comete assaltos no Piauí. “Ele é muito perigoso”, comentou.

A página de notícias Cidade Verde, de Teresina, divulgou neste final de semana que a Polícia Civil da capital acredita que a morte do soldado possa ter sido crime por encomenda e que a Delegacia de Homicídios já estaria com as investigações avançadas.

O delegado Francisco Baretta, coordenador da delegacia especializada, informou à publicação que equipe comandada por ele colheu informações que levam a crer que foi crime de pistolagem.

"Há tempos não tínhamos crime de morte por encomenda aqui em Teresina, mas as primeiras investigações estão nos levando a isso", disse o delegado à página de notícias. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sábado, 18 de julho de 2015

Mulher pede separação e por isso marido comete suicídio

Jorge Filho Dias de Sá, 27 anos, deu fim à própria vida, enforcando-se por volta de 1 hora da madrugada desta sexta-feira (17), na casa onde morava, localizada na Rua Boa Vista, Palmares Sul, Parauapebas. Informações dão conta que Jorge Filho estava inconformado com o pedido de separação feito pela esposa dele.

Conforme apurou a reportagem junto à polícia, a vítima amarrou um lençol em uma viga da casa, que se encontra em construção, depois fez um laço no pescoço, subiu em um balde e pulou.

O soldado PM F.Gladson explica que estava em ronda junto com o cabo Pinto, quando foi acionado para atender a ocorrência de um suicídio. Ao chegarem ao local, a esposa de Jorge estava desesperada, pois acabara de encontrar o corpo do marido pendurado na viga da casa. No intuito de ainda salvá-lo, ela cortou o lençol, mas ele já estava morto.

À polícia, a mulher contou que Jorge Filho trabalhava em Brasília há cerca de um ano e, a cada três meses, costumava vir vê-la e o filho do casal, que ficaram em Parauapebas. Nos últimos meses, por razões que ela não detalhou, ela queria se separar dele, mas este não concordava e sempre vinha ameaçando se matar.

Jorge Filho já teria enviado a ela fotos dele com corda no pescoço, ameaçando que ia se enforcar. “Hoje [ontem] ele cumpriu a promessa”, frisa o policial militar. (Vela Preta/Waldyr Silva)