terça-feira, 21 de junho de 2011

Assaltantes detonam com dinamite caixa eletrônico do BB


Até o fechamento desta matéria, a polícia ainda não tinha pistas suficientes para localizar e prender os dois bandidos que por volta das 6 horas da manhã do último domingo (19) detonaram com dinamite um terminal de caixa eletrônico do Banco do Brasil localizado no interior do Centro Administrativo de Parauapebas, onde funciona a prefeitura do município.
Em declarações prestadas à imprensa local nesta segunda-feira (20), o delegado Antonio Miranda Neto explicou que a banana de dinamite utilizada na explosão do caixa eletrônico não chegou a detonar os depósitos de aço onde ficam depositadas as cédulas de dinheiro.
Por esse motivo, a autoridade policial, baseada em informação da gerência do banco, diz acreditar que os bandidos não tenham levado grande quantidade de dinheiro, até porque as poucas cédulas que se encontravam na parte superior do equipamento ficaram danificadas pela ação da explosão da bomba.
Indagado sobre o sistema de tinta que marca as cédulas quando o equipamento é atingido por explosão, o delegado Antonio Miranda explica que o caixa eletrônico detonado era modelo antigo, e por isso não possuía este tipo de marcação de cédulas.
Segundo ainda o delegado, o uso de dinamite pela primeira vez na explosão de caixa eletrônico em Parauapebas não surpreendeu a polícia, uma vez que a região tem muitos garimpos de minérios e a circulação de material explosivo como dinamite é muito grande nos municípios vizinhos.
Por causa deste primeiro caso de explosão de banco na região, Antonio Miranda assegura que a investigação em torno do assunto vai ser intensificada, com fiscalização mais rigorosa em torno de empresas que manuseiam este tipo de produto.
A polícia chegou a encontrar ao lado do terminal deteriorado uma banana de dinamite intacta que os assaltantes esqueceram no local, cuja numeração na embalagem pode levar até a empresa que comercializa este tipo de produto na região.
COMO ACONTECEU
De acordo com o que explicou a polícia aos repórteres, os dois assaltantes chegaram ao final da madrugada de domingo (19) no prédio da prefeitura montados numa motocicleta, pegaram de surpresa o vigilante Eder de Magalhães Ribeiro, da empresa Elite, e depois o vigia da prefeitura, cuja identidade não foi fornecida pela polícia, e amarram os dois seguranças no fundo do prédio público, para praticar o delito.
Os dois vigilantes só foram socorridos por ocasião da troca de comando, minutos depois, quando então o caso da explosão foi comunicado à polícia e para dirigentes do setor de vigilância da prefeitura. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ameaçados de morte são retirados de assentamento no Pará

Agentes da Força Nacional de Segurança retiraram, na madrugada de sábado (18), duas famílias de agricultores que estavam sendo ameaçadas no assentamento Praialta-Piranheira, em Nova Ipixuna (PA), onde foi assassinado o casal de ambientalistas Maria do Espírito Santo e José Cláudio Ribeiro.
De acordo com a Polícia Federal, foram retirados da área dez integrantes das famílias dos agricultores Francisco Tadeu da Silva e Francisco Martins. Todos foram levados para a Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá, onde prestaram depoimento sobre ameaças sofridas no assentamento e depois foram encaminhados a um abrigo na área urbana.
Na manhã desta terça-feira (21), os agricultores, entre eles duas crianças, serão ouvidos por entidades ligadas aos direitos humanos. O Governo do Pará estuda a possibilidade de o grupo ser incluído no Programa de Proteção a Testemunha. Entre os retirados da área está a camponesa Claudelice Silva dos Santos, irmã de José Cláudio. Segundo a Polícia Civil, ela afirmou que sua família foi vítima de tocaia por duas vezes.
O diretor das delegacias do interior, Silvio Maués Batista, informou que os corpos de dois outros agricultores - Adão Ribeiro da Silva e Nildo Ferreira -, mortos no mês de abril na zona rural de Pacajá, foram resgatados da mata.

As mortes foram comunicadas às autoridades paraenses pelo governo federal no dia 13 de maio. Eles foram mortos por terem supostamente denunciado plantadores de maconha no assentamento Rio Bandeira. (Evandro Corrêa, O Globo)

sábado, 18 de junho de 2011

Falta de IML continua gerando problemas em Parauapebas

Agente funerário Clovis Gomes
 
Imóvel onde vai funcionar o IML

Instalado em Parauapebas no mês de setembro do ano passado num suntuoso prédio de três andares cedido pela prefeitura no Bairro Cidade Nova, o Instituto de Criminalística, que abriga o Instituto de Medicina Legal (IML), ainda não funciona a contento para atender a demanda do município e região, como foi prometido pelas auto-ridades responsáveis pelo órgão.
Esta situação vem causando transtornos tanto para parentes de vítimas de morte violenta como também para os agentes de fune-rárias e órgãos de polícia e do Judiciário.
A proposta inicial era que o IML viesse a atender, além de Pa-rauapebas, os municípios de Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado do Carajás, que até então vinham recorrendo aos serviços do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves em Marabá, para realização de exames de necropsia.
O objetivo do órgão em Parauapebas era atender em 100% os serviços de medicina legal, tais como necropsia, lesão corporal, conjunção carnal e ato libidinoso. Porém, o IML até hoje não funcionou, e por isso os exames de necropsia continuam sendo realizados em Marabá, causando muito descontentamento para órgãos e pessoas interessadas.
A falta da execução dos exames de necropsia em cadáveres vem ocorrendo na cidade porque os vizinhos do prédio onde funcionaria o IML protestaram com este tipo de serviço, elaborando inclusive abaixo-assinado, exigindo que os exames não fossem feitos naquele local.
Por esse motivo, IML e prefeitura estenderam o convênio para a construção de um prédio numa área do cemitério municipal, mas até hoje as obras da repartição não foram concluídas, e os casos de morte ou suspeita violenta, como acidente, afogamento, homicídio, envenenamento e erro médico, continuam sendo examinados em Marabá.
FUNERÁRIAS
Em declarações prestadas à reportagem do CORREIO DO TOCANTINS, o agente funerário Mateus Rodrigues de Melo, da Parapax, diz que, por falta do Instituto de Medicina Legal na cidade, as funerárias são pressionadas por parentes de vítimas para liberação do corpo, mas ele diz que a culpa na demora na liberação do corpo é do próprio IML em Marabá.
Segundo Mateus Rodrigues, as funerárias de Parauapebas já passaram até dois dias em Marabá à espera da liberação do corpo de vítima, situação que piora ainda mais quando isso ocorre nos finais de semana, para desespero dos familiares da vítima.
O agente funerário Clovis Souza Gomes, da Araguapax, também se queixa da falta de IML na cidade para fazer os exames cadavéricos em vítimas de mortes violentas, sendo obrigado a se deslocar para Marabá, amargando despesas extras de transporte e alimentação que não poderiam ser pagas por parentes de pessoas mortas.
Ele denuncia ainda que muitas vezes quando o corpo da vítima chega ao Instituto no início da noite só é liberado no dia seguinte à tarde, gerando transtorno tanto para a funerária quanto para a família do morto.
Para o delegado de polícia Antonio Miranda Neto, a falta do IML em Parauapebas gera problema também à Polícia Judiciária na elaboração dos inquéritos para formalização do processo criminal, uma vez que as principais perícias ainda são realizadas no órgão científico regional em Marabá.
A reportagem do jornal esteve na manhã desta sexta-feira (17) na Secretaria Municipal de Obras, mas foi informada na recepção que o titular da pasta, José das Dores Coutinho, não se encontrava no prédio e no momento havia nenhum funcionário autorizado para falar sobre o assunto. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dupla é presa acusada de comercializar entorpecente

Raimundo Diniz, o "Caruru"
 
Joabe de Alcobarca

Encontram-se presos no xadrez municipal de Parauapebas, acusados de traficar entorpecentes, os indivíduos Raimundo da Silva Diniz, conhecido por “Caruru”, residente na Rua Estocolmo, qd. 30 lt. 4, Bairro Betânia, Parauapebas; e Joabe de Alcobarca Lima, residente na Rua Tókio nº 178, Bairro Novo Horizonte, também em Parauapebas.
O primeiro a ser preso, por volta das 20h30 da última terça-feira (14), foi Raimundo “Caruru”, conduzindo dez petecas de crack que teria comprado do traficante Joabe de Alcobarca, pelo valor de R$ 100,00, no Bairro Altamira, algo em torno de 5 gramas.
Apertado pela polícia, “Caruru” confessou que já fora preso em Parauapebas pelo período de três meses pelo crime de tráfico de droga em 2009, mas que agora era “só” usuário.
Detido em seguida pela polícia, no endereço apontado por “Caruru”, Joabe de Alcobarca negou que tenha vendido droga para o comparsa, pois não era traficante de crack. Admite, porém, que já respondeu prisão por um período de quatro meses, em 2007, quando foi flagrado com 17 petecas de crack “para consumo próprio”.
Talvez para se livrar da bronca, Joabe de Alcobarca confessou que é trabalhador na função de montador de andaimes, membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Missão, casado e tem duas filhas para criar. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Detentos de Parauapebas agora são vigiados por agentes penitenciários


Depois de receber treinamento especial na Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe), em Belém, por um período de duas semanas, já estão atuando no município de Parauapebas doze agentes penitenciários, que esta semana passaram a custodiar (vigiar e proteger) os 75 a 80 presos de justiça que se encontram detidos no antigo xadrez municipal, que se localiza no Bairro Rio Verde.
Em declarações prestadas à imprensa local na manhã desta quarta-feira (15), o delegado Antonio Miranda Neto, diretor da 20ª Sec-cional Urbana de Polícia Civil em Parauapebas, explica que, doravante, com os agentes penitenciários cuidando da cadeia pública municipal, os investigadores que antes faziam o papel de agentes agora ficam livres para desempenhar suas funções de elucidação de crimes junto à delegacia de polícia.
De acordo com o delegado, que não permitiu à imprensa mostrar imagens dos 12 agentes penitenciários, eles vão prestar serviços no xadrez 24 horas por dia, distribuídos em três turnos, com as funções de zelar pela integridade física dos detentos e evitar fugas, acompanhá-los a audiências na Justiça e tratamento de saúde, transferência para penitenciária e outras demandas carcerárias, sempre com apoio das polícias Militar e Civil.
Além da presença dos agentes penitenciários, a cadeia pública de Parauapebas foi dotada também de sistema eletrônico de vigilância e de rede elétrica em pontos estratégicos do prédio, com o objetivo de evitar as costumeiras fugas de detentos. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Bandido assalta escritório e deixa advogada amordaçada

A advogada Celma Aguiar da Silva, residente na Rua Artur Bernardes, qd. 38 lt. 2, no Bairro Paraíso, em Parauapebas, deu queixa na polícia dando conta que por volta das 12h30 da última sexta-feira (10) ela e Gessica Sismaia Silva Martins foram vítimas de assalto.

Segundo relatou a advogada para o delegado Nelson Alves Júnior, ela se encontrava trabalhando no escritório de advoca-cia “Advogadas Associadas”, em companhia de Gessica Sismaia, quando de repente ambas foram surpreendidas por um “indivíduo de cor morena escura, alto, forte, cabelos lisos e pretos, rosto redondo, trajando camisa de cor preta, bermuda bege e sandália tipo rider”, portando uma arma de fogo e anunciando o assalto.

Com a arma apontada na direção das duas mulheres, Celma Aguiar conta que o assaltante obrigou as vítimas a se deitarem no chão do escritório, e furtou um notebook marca Semp Toshiba STI, uma corrente de ouro cabo de aço, um pingente de ouro modelo cruz, um par de brincos de ouro, uma aliança e um anel de formatura, dois aparelhos celulares de marcas LG e Samsung e a importância de R$ 2,5 mil em dinheiro.

Depois de se apropriar dos objetos, o assaltante amarrou Celma e Gessica com as mãos para trás, amordaçou as duas com fita adesiva e fugiu tranquilamente do escritório sem deixar pistas, fingindo que estava falando ao celular.

As vítimas foram socorridas pelo esposo de Gessica, que chegou minutos depois ao local do assalto e libertou as mulheres da mordaça feita pelo bandido. Posteriormente, as vítimas tomaram conhecimento que o assaltante estava numa moto de marca Yamaha/Factor de cor preta.
À reportagem, Celma Aguiar revelou que depois do crime chegou a teclar com o suposto assaltante por meio do Orkut e a identificá-lo como sendo de prenome Samuel, cuja foto repassou para o jornal. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Polícia coloca na cadeia mais cinco acusados de tráfico de drogas

Gedailson Vieira

Elves Araújo

Jailson Pessoa

Josiney Lobato
  
Ronilson, o Negão



Encontram-se presos no xadrez da Polícia Civil em Parauapebas os indivíduos Josiney Lobato das Neves (22 anos), Ronilson da Silva, o “Negão”; Elves Araújo Santos (18 anos), Gedailson Vieira dos Santos (22 anos) e Jailson Pessoa dos Santos (22 anos). O quinteto é acusado de traficar droga na cidade de Parauapebas.
Josiney, “Negão”, Elves e Gedailson forram agarrados pela guarnição composta pelos PMs José Alves, Clenilson Peniche e Sttefenson Alessandro por volta das 20h30 da última sexta-feira (10), enquanto Jailson foi preso no Bairro Altamira e apresentado na delegacia pela soldado PM Danielle Cristina de Souza Monteiro por volta de meio-dia do último sábado (11).
A polícia encontrou em poder de Josiney Lobato duas petecas de crack embaladas em saco plástico, além de um aparelho celular de marca Dotcom. Na pressão, o acusado confessou que na residência dele havia mais uma peteca da droga.
Por meio do celular de Josiney, a polícia chegou aos outros presos, que, pensando tratar-se do dono do aparelho, marcaram para comprar crack e foram agarrados. A polícia encontrou em poder de Elves Araújo a importância de R$ 620,00 em espécie e um aparelho celular marca Nokia, utilizado na compra da droga.
Com Gedailson Vieira, foram apreendidas 37 embalagens plásticas contendo pedras de crack, a importância de R$ 500,00 em dinheiro, um aparelho celular de marca Samsung e uma moto marca Suzuki de placa JVL 6829-PA.
Em depoimento, os acusados negaram serem proprietários da droga apreendida, jogando o produto para pessoas desconhecidas que teriam deixado para eles guardarem em casa.
Por sua vez, Gedailson Vieira confessou que abastecia Josiney, conhecido por “Neném”, quando este precisa distribuir a seus usuários e compradores de crack, cuja trouxa do entorpecente era vendida a 50 reais. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Patrulhão faz revista em casas noturnas e apreensão de motos



Uma guarnição composta pelas polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, Detran, Conselho Tutelar, Departamento Municipal de Trânsito e Transporte (DMTT) e Juizado da Infância e Juventude do Poder Judiciário realizou na noite de sexta-feira para sábado (11) uma grande patrulha em bares e casas noturnas de Parauapebas e nas vilas Palmares Sul e Palmares 2, zona rural do município.
Denominada “Patrulhão”, a operação teve como objetivo revistar pessoas, conferir documentação de condutores e de veículos, inibir a presença de menores de idade em bares e casas noturnas e fazer cumprir o horário de funcionamento desses estabelecimentos.
Como resultado da mega-operação, o “Patrulhão” deteve 40 adolescentes, apreendeu 15 motocicletas com documentação ir-regular e notificou um estabelecimento comercial que vendia bebida alcoólica para menores de idade.
Em declarações prestadas à equipe de reportagem do CORREIO DO TOCANTINS, o delegado Antonio Miranda Neto assegura que as operações vão continuar sendo realizadas em bares e casas noturnas de Parauapebas, visando baixar o índice de criminalidade no município.
A autoridade policial alerta que os proprietários de casas noturnas que não estão respeitando o horário de funcionamento do estabelecimento determinado pela polícia podem ser chamados para uma conversa na delegacia e até responder a processo por crime de desobediência civil. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Primas detonam desafeta e são presas

Cícera Miranda

Maria Adriana
 
Depois de uma grave discussão num bar localizado no Bairro Novo Horizonte, em Parauapebas, as primas Hagata Batista de Azevedo (18 anos, residente na Rua Dakar s/nº, Bairro Novo Horizonte, Parauapebas) e Maria Adriana Batista Campos da Silva (20 anos, mesmo endereço) acabaram com a vida de Cícera Miranda e agora respondem pelo crime que cometeram.

O homicídio ocorreu no início da noite do último sábado (11) num bar localizado na Rua Estocolmo nº 1423, Bairro Novo Horizonte, depois de muita discussão, agressões físicas, ferimento com gargalo de garrafa e faca e puxões de cabelo entre as três mulheres, que se encontravam bebendo no estabelecimento.
No depoimento, Hagata Batista revelou à escrivã Denise Cunha da Silva que havia uma antiga rixa entre a prima dela e a vítima, depois que Cícera Miranda teria desferido quatro facadas contra Maria Adriana há cerca de dois anos.
Hagata Batista sustenta que a prima Maria Adriana foi quem desferiu dois golpes certeiros de faca nas costas de Cícera Miranda, que teve morte instantânea ali mesmo no bar.
Depois do crime, as duas acusadas fugiram do local em direção à casa de uma tia, beberam água e retornaram ao bar, quando foram detidas pelo investigador Fábio Martins da Silva e o PM Ricardo Gama Nascimento e encaminhadas à delegacia, onde prestaram depoimento e agora estão à disposição da Justiça. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Irmãos matam vizinho com tiros e desaparecem da cidade

A polícia está no encalço dos irmãos Marco Antonio Soares do Nascimento, o “Marquinho”, 18 anos, natural de Curionópolis (PA), e João George Soares do Nascimento, o “Preto”, 28 anos, natural de Conceição do Araguaia (PA), ambos residentes na Rua Pereira Sobrinho, qd. 15, lt. 11, Bairro Casas Populares II, em Parauapebas.
Os dois foragidos estão sendo acusados de ter matado a tiros Valdivino Pereira, 37 anos, pedreiro, natural de Santa Terezinha (MT), que residia nos fundos da casa dos dois irmãos. O crime ocorreu por volta das 20h30 da última sexta-feira (10), no endereço da vítima.
De acordo com depoimento de Maria Nazaré Rocha Silva, 50 anos, companheira da vítima, ela estava deitada quando ouviu entre 4 e 5 disparos. A sair para saber o que havia ocorrido, deparou-se com o marido dela caído ao chão com marcas de tiros pelo corpo, morrendo em seguida.
Segundo a viúva, quem disparou a arma de fogo contra Valdivino Pereira foi Marco Antonio, a mando do irmão João George, por motivos que ela diz desconhecer, pois os três estariam bebendo.
Em depoimento na delegacia, José Jorge do Nascimento, pai dos dois acusados de ter cometido o homicídio, disse ter ficado surpreso com a fatalidade, uma vez que os filhos Marco Antonio e João George eram trabalhadores e pessoas muito calmas, sem nunca terem se envolvido em confusão.
José Jorge disse ter tomado conhecimento que a vítima quando bebia costumava tomar alguma liberdade com a esposa de João Jorge, e talvez por isso tenha ocorrido o homicídio. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Polícia sem pista de matador de rapaz no Bairro da Paz


A polícia de Parauapebas ainda não tem pistas seguras para elucidar o homicídio de Francisco das Chagas Morais, que foi executado com golpes de faca por volta das 4 horas da madrugada do último sábado (11), na Rua Luiz Gonzaga, Bairro da Paz, em frente a uma loja comercial.
Em depoimento na delegacia, Lusicarme de Moraes Silva, residente na Rua 24 de Março nº 352, Bairro da Paz, Parauapebas, irmã da vítima, disse desconhecer os motivos que levaram à morte do irmão. Confessou, porém, que Francisco das Chagas quando bebia costumava ficar meio alterado com as pessoas.
Lusicarme disse acreditar que Francisco, depois de sofrer os golpes de faca nas costas e no peito, ainda correu por alguns metros, deixando um rastro de sangue no chão, mas não resistiu aos ferimentos e caiu morto.
O mototaxista Hodovias Silva dos Santos, 44 anos, residente na Rua Opala, qd. 13, lt 08, Bairro Morada Nova, Parauapebas, informou à polícia que chegou a conversar com a vítima por volta das 23 horas numa casa noturna do bairro e na madrugada soube que o conhecido havia sido assassinado. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

sábado, 11 de junho de 2011

Polícia queima caça-níqueis, DVDs piratas e cigarro falsificado



Atendendo a determinação do juiz Líbio Araujo Moura, titular da 3ª Vara Criminal, o delegado Antonio Miranda Neto, diretor da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil em Parauapebas, procedeu no final da manhã desta sexta-feira (10) a incineração de aproximadamente cinco mil mídias de CDs e DVDs piratas, 40 máquinas caça-níquel e cerca de 500 maços de cigarro falsificado.
De acordo com o delegado, as mídias piratas foram apreendidas pelas polícias Civil e Militar em Parauapebas nos últimos dois meses, quando as mesmas estavam sendo comercializadas por camelôs em portas de lojas e de agências bancárias da cidade, enquanto que as máquinas caça-níquel e o cigarro falsificado foram confiscados em bares e mercearias de vários bairros do município.
Todo o material apreendido, que se encontrava guardado no depósito da delegacia municipal, foi transportado para um terreno baldio localizado aos fundos do prédio da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil e em seguida queimado, à presença do delegado Antonio Miranda, investigadores, imprensa e o próprio juiz Líbio Moura, que fez questão de acompanhar a operação de incineração dos produtos apreendidos pela polícia.
Antonio Miranda reforça a importância de a comunidade continuar usando os serviços do sistema Disque Denúncia, pelo telefone (94) 3346-2250, uma vez que a maioria das apreensões dos produtos ilegais feitas pela polícia ocorreu graças à participação da população, especialmente no caso das máquinas caça-níqueis.
Delegado Antonio Miranda garante que as operações policiais relativas às apreensões de máquinas caça-níqueis, mídias piratas e outros produtos falsificados vão continuar sendo realizadas a todo vapor na cidade, até que esse tipo de crime seja definitivamente eliminado em Parauapebas. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Polícia captura quarto integrante de quadrilha que agia em Parauapebas



Depois de prender no último final de semana em Parauapebas os indivíduos Rafael dos Santos Lima (19 anos), Justino Pires de Lima Júnior (22) e Tiago Costa Lima (20 anos), acusados de praticar assalto a mão armada, a polícia localizou e colocou atrás das grades o quarto integrante da quadrilha que vinha agindo na cidade, Diogo Arnaldo Saissem Alencar, de 18 anos de idade, natural de Porto Nacional (TO).
Na prisão de Rafael, Tiago e Justino, conforme matéria veiculada na edição anterior do CORREIO, acusados de ter assaltado e mantido como reféns os donos de uma residência, o trio confessara à polícia que havia praticado o crime a mando de um quarto elemento desconhecido.
Em declarações prestadas à reportagem, o delegado Antonio Miranda Neto explicou que Diogo Saissem Alencar foi preso na manhã desta segunda-feira (10) em atendimento a mandado de prisão expedido pelo juiz Líbio Araujo Moura, titular da 3ª Vara Criminal.
Segundo ainda o delegado, Diogo é filho de um ex-eletricista da família que foi assaltada e mantida em cárcere privado. Há cerca de 40 dias, o acusado teria furtado cópia das chaves da residência para praticar o assalto com os comparsas, furtando um aparelho de TV e jóias das vítimas.
Ao ser detido pela polícia, Diogo Alencar alegou que era menor de idade, mas os documentos do acusado comprovaram que ele nasceu no dia 28 de agosto de 1992, e que tem 18 anos de idade.
No mandado, a autoridade judicial diz que Diogo Alencar tem 18 anos de idade, reside no início da Estrada Faruk Salmen, em frente a um supermercado, Bairro Cidade, em Parauapebas, e é acusado de praticar crimes tipificados no artigo 157 (roubo), parágrafo segundo, incisos I e II, e artigo 288 (formação de quadrilha), do Código Penal Brasileiro. O acusado não quis falar à imprensa. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Liminar suspende julgamento de Vavá Mutran em Belém

A desembargadora Vânia Fortes Bitar concedeu medida liminar em pedido de habeas corpus, determinando a sobrestação do julgamento do réu Osvaldo Reis Mutran (Vavá Mutran), que ocorreria hoje (9) pelo 1º Tribunal de Júri em Belém.
Em despacho fundamentado, com jurisprudências de outros tribunais e do Superior Tribunal de Justiça, a desembargadora suspendeu a realização do júri até julgamento final do habeas corpus.
A suspensão foi requerida pela defesa do réu, que alegou que o acusado é portador de doença psíquica, apresentando provas da alegação. Dentre as anomalias mentais informadas documentalmente no processo estão Alzheimer e quadro crônico e progressivo de síndrome demencial, agitação psicomotora, insônia, sem alívio com tratamento clínico.
Para a defesa, não pode ser realizado seu julgamento pelo Júri Popular, sob pena de o acusado não poder exercer, com plenitude, sua defesa pessoal, sendo necessário perícia para comprovação de sua incapacidade mental.
A defesa pediu ainda a desconstituição do despacho que indeferiu a instauração de incidente de insanidade mental requerida junto ao juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca da Capital, o que será decidido no mérito do habeas corpus.
Conforme a relatora, “é cediço que, a teor do disposto no art. 149, do CPP, basta a dúvida sobre a integridade mental do acusado para ser o mesmo submetido a exame médico-legal, devendo, inclusive, se for o caso, ser suspenso o julgamento e determinar-se a instauração do incidente de insanidade mental em qualquer fase do processo, sob pena de nulidade por cerceamento de defesa, sendo que o prejuízo, na hipótese, é evidente, o que vem sendo corroborado pelo entendimento jurisprudencial”.
A magistrada determinou a comunicação da decisão ao Juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri, bem como a solicitação de informações a cerca das razões alegadas pela defesa. A íntegra do despacho pode ser acessada na consulta processual de segundo grau do Judiciário. (Fonte: Ascom TJPA)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Duplo homicídio na madrugada



Por volta das 2 horas da madrugada desta quarta-feira (8), no Bairro da Paz, em Parauapebas, a polícia foi avisada sobre a execução sumária de dois jovens, um de 17 e outro de 20 anos de idade, por motivos ainda não esclarecidos.
As vítimas são os jovens Wesley Jefferson dos Santos (17 anos, que residia na Rua Padre Jorge nº 124, Bairro da Paz), conhecido por “Moicano”, e Rafael Madeira Coelho (20 anos).
Wesley Jefferson foi assassinado com seis tiros de revólver na Rua Marabá nº 46, na calçada de uma distribuidora de bebidas, no Bairro da Paz, enquanto Rafael Coelho foi atingido com mais de um disparo de arma de fogo, na esquina das ruas Afonso Arinos e Sol Poente, no mesmo bairro, e morreu posteriormente no hospital municipal.
Em declarações prestadas à reportagem policial do CORREIO DO TOCANTINS, o delegado Antonio Miranda Neto explica que a polícia está trabalhando na investigação do duplo homicídio na linha de acerto de contas entre vítimas e pistoleiros, uma vez que “Moicano” já tinha passagem pela polícia sob a acusação de tráfico de drogas.
O delegado acrescenta que vai ouvir também o responsável pela distribuidora de bebida por estar comercializando bebida alcoólica a jovens menores de idade, uma vez que uma das vítimas tombou na frente do depósito de bebida, no intuito de levantar mais informações sobre o crime.
Em poder das vítimas, a polícia encontrou duas motos, uma de marca Honda, cor amarela e placa JVW 2392 (Parauapebas), pertencente a Wesley Jefferson, e outra também de marca Honda, vermelha e placa JVZ 5677 (Parauapebas), que seria de Rafael Coelho. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

sábado, 4 de junho de 2011

Agricultor executado no acampamento Nova Sapucaia





A polícia ainda não tem pistas suficientes para colocar na cadeia os pistoleiros que na última quarta-feira (01) executaram o agricultor Marcos Gomes da Silva, no acampamento Nova Sapucaia, localizado no município de Marabá.
O corpo da vítima foi encontrado na manhã da última quinta-feira (2) a cerca de dois mil metros do barraco de palha onde morava o agricultor, foi velado nesta sexta-feira (3) na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Eldorado do Carajás e enterrado ontem mesmo por volta das 5 horas da tarde.
De acordo com o delegado Elias Jorge Francês, de Eldorado do Carajás, as investigações em torno do homicídio ainda são insuficientes para elucidação da execução de Marcos Gomes da Silva, mas estão bastante adiantadas para chegar aos matadores do agricultor.
Segundo apurou a autoridade policial, Marcos Gomes foi primeiramente atingido a bala ainda no acampamento, mas conseguiu fugir dos atiradores e foi conduzido no veículo do amigo Antonio Coelho a Eldorado do Carajás para ser atendido em hospital da cidade.
A cerca de dois quilômetros do acampamento, ainda de acordo com o delegado, o carro em que Marcos Gomes era transportado ferido foi interceptado na estrada por dois homens encapuzados e armados, ordenando que os demais passageiros, Antonio Coelho, a mulher da vítima e Dejesus Martins Araújo, descessem do veículo e corressem, deixando no mesmo apenas Marcos.
Com medo de serem fuzilados, condutores e passageiros do veículo abandaram o homem que estava ferido em poder dos dois elementos encapuzados e saíram em desabalada carreira rumo à Vila Betel, na BR 155 (antiga rodovia PA-150), com o intuito de chegar até Eldorado e denunciar o fato.
Os dois indivíduos executaram Marcos Gomes ali mesmo na vicinal de acesso ao acampamento Nova Sapucaia, onde o corpo da vítima foi encontrado somente no dia seguinte, quinta-feira (2).
Essas informações foram passadas ao delegado Elias Francês por Dejesus Martins Araújo, 25 anos, natural de Divinópolis (TO), diretor da Fetagri na região.
ENVOLVIMENTO
Baseada em denúncias recebidas, a polícia diz estar investigando também a vida pregressa e a verdadeira identidade de Carlos Gomes, que seria membro de uma quadrilha que vinha atuando na região em crimes de assalto a ônibus e vans que transportam passageiros na região.
Procurada pela reportagem para falar sobre o assunto, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Eldorado do Carajás, Regina Maria Gonçalves Chaves, que na tarde de ontem se encontrava no velório da vítima, na sede do sindicato, sustenta que Carlos Gomes era uma pessoa direita que vivia honestamente do trabalho suado na agricultura.
“Peço justiça às autoridades deste estado, porque não aguentamos mais presenciar tantos companheiros nossos sendo executados e pistoleiros e mandantes livres por aí”, apelou a sindicalista, citando vários nomes de trabalhadores rurais que já foram assassinados nos últimos anos na região. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Caminhão baú esmaga cabeça de criança de 4 anos




Na tarde desta sexta-feira (3), por volta das 15h30, em Parauapebas, ao dar marcha à ré no caminhão baú de placa JUY 0165 (Marabá), pertencente ao supermercado Farturão, o motorista Alexando de Sousa Alves passou as rodas do veículo sobre a criança Joana Darc da Conceição Oliveira, de 4 anos de idade, esmagando a cabeça da menor.
De acordo com o que explicou o delegado Antonio Miranda Neto à reportagem, a menina, que morava com os pais Pedro André de Oliveira Filho e Maria Eunice da Conceição na Rua Cora Coralina s/nº, Bairro Liberdade, estava brincando de “bicuda” ou “mocegando” carro com outras crianças no final da Rua Perimetral Norte, Bairro Liberdade, onde ocorreu o acidente fatal.
Segundo ainda a autoridade policial, na brincadeira, Joana Darc se pendurou na traseira do caminhão em movimento. Um pouco mais à frente, o motorista parou o carro, com a criança continuando atrás do veículo, engatou marcha à ré e passou os pneus sobre a cabeça da menor, que morreu ali mesmo no local.
Temendo ser linchado pela população, o motorista Alexando de Sousa Alves se evadiu do local e mais tarde se apresentou à delegacia, onde prestou depoimento e foi liberado. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Traficante é executado com cinco tiros no Bairro Rio Verde




O indivíduo Leonardo da Silva Ribeiro, 30 anos de idade, velho conhecido da polícia como traficante de drogas em Parauapebas e região, foi executado com cinco balaços no final da tarde desta quarta-feira (01), por pistoleiro que a polícia já levantou informações como sendo uma pessoa de prenome Hamilton.
O homicídio ocorreu por volta das 17 horas na Rua Padre Cícero, em frente à casa de número 23, Bairro Rio Verde, nas proximidades da Rua Perpétuo Socorro. A vítima foi atingida com três tiros no peito, um no braço esquerdo e outro na mão direita.
De acordo com o que informou à reportagem o sargento R.Filho, ele foi informado pelo investigador Fábio que a vítima é “figura carimbada” no mundo do crime de tráfico de drogas em Parauapebas e região, com várias passagens na polícia.
O delegado plantonista Nelson Alves Júnior complementa que Leonardo pode ter sido executado por Hamilton, para quem a vítima devia algum acerto no comércio ilegal de drogas e não tinha prestado conta, pagando o débito com a própria vida.
No momento em que o corpo de Leonardo da Silva Ribeiro ainda se encontrava no chão ensanguentado, com a presença de muitas pessoas curiosas do bairro, chegaram alternadamente ao local três mulheres chorando sobro o corpo, alegando serem companheiras da vítima, uma delas inclusive grávida.
Depois de uma tentativa de discussão, foi preciso a intervenção da polícia para evitar que as três mulheres se atracassem, após descobrir que o finado tinha outras mulheres. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Mulher morre em acidente de moto e carro na rodovia PA 160



A dona de casa Juliete Gaia, 22 anos, que residia na Rua Minas Gerais nº 27-B, Bairro Rio Verde, em Parauapebas, foi vítima fatal de acidente entre uma moto e um veículo de passeio, por volta das 18h30 da última terça-feira (31), na rodovia PA 160, próximo de um motel, zona urbana de Parauapebas.
De acordo com o que relatou no boletim de ocorrência Ailson Gaia Lameira, irmão da vítima, Juliete Gaia transitava na garupa de uma moto marca Honda Biz, de placa JUK 1307 (Parauapebas), pilotada pelo marido dela, Carlos André Gomes Abreu, quando os dois foram atingidos por um automóvel Fox, de placa NLP 6338 (Goiânia-GO), que era conduzido por uma mulher até então não identificada pela polícia, pois fugiu após o acidente.
Conforme apurou a reportagem com parentes da vítima no local do acidente, Juliete Gaia seguia na garupa da moto com o marido para conhecer o andamento da obra de uma casa que o casal estava construindo no Bairro Cidade Jardim II, mas antes de chegar ao destino ocorreu a fatalidade.
O corpo da vítima foi encaminhado para exame de necropsia no IML de Marabá e depois transladado para Belém, onde foi velado e enterrado por parentes e amigos. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Cresce número de acidentes com vítimas fatais em Parauapebas

É preocupante o número de casos de acidentes envolvendo motocicletas e outros tipos de veículos com vítimas fatais no município de Parauapebas.
No último mês de maio, foram registrados na cidade 62 acidentes de trânsito com lesões corporais e nove mortes, contra 79 lesões corporais e duas mortes no mês de abril.
A equipe de reportagem policial do CT procurou nesta quarta-feira (01) o coordenador do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte de Parauapebas (DMTT), Gleidson Afonso Almeida de Souza, para falar sobre o assunto que tanto preocupa a população, mas foi informada que o titular do órgão de trânsito só poderia atender a imprensa depois que esta agendasse entrevista por meio da Assessoria de Comunicação (Ascom) da Prefeitura.
Na agência regional do Detran em Parauapebas, o titular da repartição, Jales Pereira dos Santos (foto), avaliou que o aumento do índice de acidentes de trânsito na cidade tem aumentado em virtude do grande número de veículos que circulam diariamente nas ruas de Parauapebas.
Outra situação que Jales Pereira atribui ao crescente índice de acidentes de trânsito é a falta de agentes suficientes nos órgãos fiscalizadores para orientar ou mesmo multar os motoristas infratores que abusam do limite de velocidade, cruzam sinais fechados, circulam sem capacetes e andam na contramão.
Segundo ainda o gerente da agência do Detran, é necessário também que os pedestres recebam orientação relativa ao trânsito na cidade, atravessando os sinais, faixas e pistas com cautela, sempre olhando para todos os lados, para evitar que sejam atropelados.
Para o delegado de Polícia Civil Antonio Miranda Neto, uma das medidas eficazes para diminuir o índice de violência no trânsito em Parauapebas seria a instalação de sistema eletrônico em pontos estratégicos da cidade, como “arara” ou “radar”, para que os infratores sejam multados e sintam prejuízo no bolso e na Carteira de Habilitação. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

Mais um homem preso acusado de tráfico de droga



A polícia colocou na última terça-feira (31), em Parauapebas, mais um indivíduo na cadeia, acusado de comercializar entorpecentes. Trata-se de Fernando do Nascimento Viana, residente num conjunto de quartos localizado na Rua São João, Bairro Rio Verde, Parauapebas.
No registro de ocorrência prestado ao delegado Nelson Alves Júnior, o investigador de Polícia Civil Odorico de Almeida Lima narra que a prisão do acusado ocorreu depois de uma denúncia anônima dando conta que na Rua São João um elemento estaria comercializado droga.
De posse da informação, o IPC Odorico de Almeida se deslocou até o local indicado pela denúncia, em companhia do também investigador Fábio Martins da Silva, e lá deteve para averiguação dois suspeitos, Joaquim Alves de Sousa Júnior e Marcelo de Oliveira Lima, com os quais foram encontradas duas “cabeças” de droga conhecida por crack.
Apertados pelos investigadores, Joaquim e Marcelo confessaram que comparam a droga das mãos de Fernando do Nascimento Viana, que mais tarde foi capturado pela polícia com mais uma “cabeça” de entorpecente, três aparelhos de celular e a quantia de R$ 40,00 em dinheiro.
Como Joaquim e Marcelo foram configurados apenas como usuários de droga, após prestarem depoimentos os dois foram liberados, enquanto Fernando Viana, considerado como traficante de crack, ficou engaiolado na cadeia pública à disposição da Justiça.
Em declarações prestadas à reportagem do CORREIO, o delegado Antonio Miranda Neto garantiu que as diligências para colocar traficantes de drogas atrás das grades vão continuar em Parauapebas, até que a cidade fique livre deste tipo de crime e os culpados respondam pelos seus atos perante a Justiça. (Reportagem: Vela Preta; redação: Waldyr Silva)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Mala de dinheiro é achada em árvore em casa de policial suspeito

Operação da Corregedoria é para prender policiais envolvidos em corrupção. Seis suspeitos já foram presos, entre eles um delegado
Na operação coordenada pela Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol) desde as 4 horas desta quarta-feira (1º), os agentes se depararam com uma cena curiosa: encontraram uma mala de dinheiro escondida numa árvore na casa de um dos policiais suspeitos presos em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, segundo informações da assessoria da Polícia Civil.
Realizada no Rio, na Baixada Fluminense e em Niterói, a operação já tem um delegado, um agente penitenciário e quatro policiais civis presos. Ao todo, a Coinpol pretende cumprir dez mandados de prisão e 29 mandados de busca e apreensão.
A operação é para prender policiais suspeitos de envolvimento com a contravenção e o jogo do bicho. Segundo a assessoria da Polícia Civil, os suspeitos deverão responder, entre outros crimes, por formação de quadrilha e corrupção passiva.
A ação ainda está em andamento. (Portal G1-RJ)