quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Corpo de homem encontrado na estrada de acesso a Canaã



Pescadores encontraram na manhã desta quarta-feira (22) o corpo de um homem identificado como Alberto Anderson Oliveira Simões, 28 anos, segurança particular e professor de jiu-jítsu, natural de Aracaju (SE), boiando nas águas do igarapé Rio Verde, às margens da rodovia PA 160, a 15 quilômetros do centro de Parauapebas, no sentido a Canaã dos Carajás.
O corpo, já em estado de decomposição, foi resgatado na manhã de ontem (quarta-feira) pela Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, com apoio de agentes de uma funerária da cidade de Parauapebas.
À reportagem, o sargento BM Milhomem, que acompanhou o resgate do cadáver, disse não ter ainda elementos suficientes para diagnosticar as causas da morte do professor, situação que só seria revelada após conclusão da perícia que estava sendo feita pelo Instituto de Medicina Legal (IML) de Marabá.
Numa visão preliminar, a olho nu, os representantes dos órgãos de segurança que foram buscar o cadáver informaram que a vítima não apresentava nenhum sinal de violência pelo corpo.
Informações apuradas pela reportagem dão conta que Alberto Anderson foi visto pela última vez em Parauapebas no último domingo (19) bastante embriagado. Por este motivo, o professor deve ter sido morto afogado, já que não há nenhum sinal de violência do corpo dele. (Vela Preta/Waldyr Silva)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Blog do Vela Preta completa um ano

Nesta terça-feira, 21 de fevereiro, este blog completa um ano de existência, chegando à marca de 161.460 acessos, graças a você, internauta. Em Pa-rauapebas, este blog é o segundo mais visitado, perdendo apenas para o Blog Zé Dudu.

Continue visitando este espaço, pois sem você ele não existiria. Parabéns, por este primeiro ano.

Waldyr Silva
Administrador do blog

Traficante não paga conta para fornecedor e é trucidada com três tiros



Velha conhecida da polícia, de acordo com o delegado Nelson Alves Júnior, plantonista da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil em Parauapebas, foi executada com três tiros de revólver na cabeça a traficante de prenome Maiara, conhecida por “Grande”.
O homicídio ocorreu por volta de meio-dia do último sábado (18) num quarto construído em madeira localizado na Avenida Liberdade nº 16, nas proximidades da Rua Cristo Rei, no Bairro Rio Verde, em Parauapebas.
Segundo explicou à reportagem o delegado Nelson Júnior, a vítima traficava droga na conhecida “Rua do Meio”, mas, depois que a área conhecida por “Cracolândia” foi desarticulada pela polí-cia, “Grande” se mudou para um quarto localizado na Avenida Li-berdade, onde dera continuidade ao comércio ilegal de drogas e foi executada.
A autoridade policial acrescenta que por volta das 23h30 de sexta-feira (17) a mulher foi recebida no quarto onde ela morava pelo suposto fornecedor de entorpecente, o qual teria pressionado a traficante para quitar o débito acumulado referente à compra de droga.
De acordo ainda com Nelson Júnior, no dia seguinte, sábado (18), por volta de meio-dia, o suposto fornecedor de droga, que seria de Marabá, retornou à casa de “Grande”, e, sem muita discussão, alvejou a mulher com três tiros na cabeça, fugindo para rumo ignorado. (Vela Preta/Waldyr Silva

Jovem é preso acusado de tráfico de drogas



Encontra-se preso em Parauapebas, desde o último domingo (19), acusado de vender droga na cidade, o jovem Igor da Silva de Souza, 18 anos de idade, residente na Rua JK nº 8, Bairro Rio Verde, Pa-rauapebas.
De acordo com o delegado Nelson Alves Júnior, Igor da Silva de Souza é conhecido da polícia como traficante de drogas há seis meses, mas nunca tinha sido flagrado com a mão na massa. “Desta vez, flagramos o até então acusado com sete gramas de crack, droga avaliada em R$ 450,00”, explica a autoridade policial.
À reportagem, Igor Souza confessa que traficava droga, mas desde a última sexta-feira (17) havia deixado de praticar o ramo. Um menor de idade, irmão de Igor, também foi flagrado na companhia do ma-no, mas foi ouvido e encaminhado à Promotoria da Infância e Juventude. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Homem come peixe do amigo e paga com a própria vida na zona rural



Discussão entre dois homens por causa de um peixe acabou com um deles sendo executado com um tiro de espingarda no rosto. O homicídio ocorreu por volta de 1h20 da madrugada desta sexta-feira (17) no assentamento Valentim Serra, no PA União, no sítio Santa Luzia, zona rural de Marabá, a 35 quilômetros do centro de Parauapebas.
A vítima foi um homem identificado apenas por Lourival, do município de Eldorado do Carajás, e o acusado foi Cláudio Matias Pinto, que após o homicídio se evadiu do local para rumo ignorado.
De acordo com José Lima dos Reis, proprietário do sítio Santa Luzia, onde ocorreu o homicídio, Lourival e Cláudio estavam ingerindo cachaça “51” em companhia de mais duas pessoas. Em dado momento, os dois começaram a discutir sobre um peixe que Cláudio havia pescado e Lourival insistia em fritar e comer, mas o dono do pescado não autorizava.
No calor da discussão, Lourival teimou, botou o pedaço de peixe numa frigideira e passou a tirar gosto da pinga com o delicioso peixe pertencente a Cláudio Pinto. Depois disso, Cláudio se apoderou de uma espingarda tipo “por fora”, disparou um tiro para cima e recarregou caprichosamente a arma, para em seguida disparar contra o rosto do comedor de peixe, que morreu instantaneamente no local.
Francisco Gomes Monteiro, que presenciou a discussão dos dois homens, acrescenta que após Lourival ter comido o peixe, Cláudio desferiu um soco em Lourival, que teria dito que a situação não ficaria assim, “pois em homem não se bate”, fato que deixou Cláudio irritado.
“Eu já estava dormindo e acordei com o pipoco do tiro disparado na cara do Lourival, que caiu no chão e morreu ali mesmo”, explica Francisco Gomes, acrescentando que ele e o amigo Clemilson ainda saíram à procura de Cláudio, mas ele fugiu na escuridão da noite.
Uma guarnição da Delegacia de Conflitos Agrários, liderada pelo delegado Victor Leal, se deslocou de Marabá para o local do homicídio, mas retornou ontem mesmo por entender que o crime não estava relacionado a conflitos agrários.
Deslocou-se também de Marabá uma equipe de peritos do IML sob a liderança do perito Guidoval Girard, para fazer o levantamento do assassinato. (Vela Preta/Waldyr Silva)

Tiroteio no início do carnaval leva um à morte e dois ao hospital



A primeira noite de carnaval em Parauapebas, de quinta para sexta-feira (17), foi marcada com o homicídio de um homem que não tinha nada a ver com a confusão, e foi mortalmente atingido com um certeiro tiro na nuca. O homicídio ocorreu por volta das 2h10 da madrugada de sexta-feira (17), por trás do CDC, em Parauapebas.
A vítima foi o paraense Manoel Raimundo Santos Souza, 31 anos, natural de Abaetetuba (PA), para onde o corpo ficou de ser trans-ladado ontem mesmo para ser velado e sepultado por familiares da vítima.
De acordo com o capitão PM Robson, de posse das informações da morte do rapaz, a guarnição da Polícia Militar saiu em perse-guição ao suposto assassino na direção do Bairro Maranhão, onde conseguiu agarrar o suspeito, um adolescente menor de idade.
Conduzido pelos PMs ao local do crime, populares que presencia-ram o crime reconheceram o acusado como sendo o autor do tiro-teio que ceifou a vida de Manoel Raimundo Santos Souza e baleou em uma das mãos Wellington Oliveira Mateus, 24 anos, e Nicolas Orleans Andrade da Silva, 21 anos, de raspão na cabeça, mas não correm risco de morte.
Segundo o capitão, o objetivo do adolescente era acabar com a vida de Wellington Oliveira e Nicolas Orleans, mas na hora do tiroteio uma das balas acertou a cabeça de Manoel Raimundo, que não tinha nada a ver com a confusão.
Na delegacia, o menor de idade foi ouvido, mas negou qualquer envolvimento dele no homicídio. Após o depoimento, o adolescente foi liberado. (Vela Preta/Waldyr Silva)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Adolescente desaparecida é encontrada sem cabeça, braço e pé












Desaparecida desde a manhã da última sexta-feira (10), quando saiu de casa em direção à escola onde estudava, a adolescente Thaís Santos Feitosa, 12 anos de idade, foi encontrada morta num loteamento em Parauapebas com o corpo sem cabeça e sem o braço e pé direitos.
O achado macabro ocorreu no final da tarde da última segunda-feira (13), mas o corpo só foi resgatado por volta das 14h10 de terça-feira (14) por peritos do Instituto de Medicina Legal (IML), que saíram de Marabá e foram até Parauapebas para fazer o resgate.
No período das 7 às 14 horas foi grande a movimentação de pessoas curiosas acompanhando o trabalho da polícia no local onde o corpo foi encontrado, num terreno cheio de mato do loteamento Paraíso, localizado nas proximidades do viaduto sobre a rodovia PA 275.
O caso exigiu a presença do delegado Alberto Teixeira, superintendente regional de Polícia Civil, que se deslocou de Marabá para Parauapebas com o objetivo de acompanhar o resgate dos restos mortais da menina e iniciar a investigação para elucidar o brutal assassinato.
O cadáver de Thaís Feitosa foi encontrado no final da tarde de segunda-feira (13) por Orisvaldo Luis dos Anjos, no momento em que o mesmo estava inspecionando uns lotes de sua propriedade. Ele conta ao jornal que tão logo avistou o cadáver, por volta das 18 horas, entrou em contato com o Disque Denúncia, mas a atendente teria entendido que se tratava de trote, e não deu atenção à denúncia. Na terça-feira pela manhã, ele disse ter comunicado o fato à Polícia Civil.
A coordenação do Disque Denúncia assegura que não recebeu nenhuma ligação na segunda-feira informando sobre o achado do corpo da menina, e que o comunicado só foi feito às 8h10 da manhã de terça-feira. Orisvaldo Luis foi ouvido pela polícia e posteriormente liberado.
O corpo da moça foi encontrado em adiantado estado de decomposição com o ventre voltado para cima, sem blusa, vestida com calça jeans, a perna direita esticada, sem o pé, e a perna esquerda ligeiramente inclinada para trás, sem a cabeça e o braço direito.
Nos membros superiores e inferiores esquerdos havia algumas fitas de material plástico e de tecidos. Próximo do corpo a polícia localizou embalagens de preservativo masculino (camisinha), uma arcada dentária, cabelos e costelas. O crânio, que se encontrava sem o couro cabeludo, foi localizado a cerca de vinte metros do cadáver. O braço e o pé da menina foram encontrados também nas proximidades do corpo. Todo este material foi recolhido para ser periciado pelo IML, em Marabá.
No período das 8 às 14 horas de terça-feira (13) a área onde o cadáver da vítima foi encontrado foi isolada pela polícia, até os peritos do IML chegarem de Marabá e procederem ao recolhimento de todo material capturado no local.
O trabalho de vasculhamento da área contou com apoio das polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, além de peritos da Polícia Científica. Uma equipe de policiais civis de Belém chegou a Parauapebas ontem (quarta-feira) para investigar o caso.
MAGIA NEGRA
Ouvido pela reportagem, o delegado Alberto Teixeira, superintendente regional de Polícia Civil, com sede em Marabá, declarou que, mesmo diante das circunstâncias em que o corpo foi encontrado, sem cabeça, braço e pé, a polícia ainda não podia afirmar que a adolescente teria sido vítima de ritual de magia negra.
Segundo o delegado, pode haver também a possibilidade de o ou os assassinos terem decapitado a moça para dificultar a identificação e a investigação do caso. “Não podemos ainda precisar se as partes do corpo foram colocadas distante do corpo ou mesmo se elas foram descoladas por animais como cachorro ou urubus. Só a perícia técnico-científica vai nos dar minuciosamente estas respostas, num prazo máximo de 30 dias”, explicou Alberto Teixeira, acrescentando que até o momento não há nenhuma pessoa suspeita de ter praticado o crime.
AJUDA DE BELÉM
Na manhã desta quarta-feira (15), chegou a Parauapebas, oriundo de Belém, o delegado geral adjunto Rilmar Firmino de Souza, para conduzir as investigações do assassinato de Thaís Feitosa. À reportagem, o delegado declarou que está tomando ciência de todas as circunstâncias como o crime ocorreu, para então definir as linhas de investigações para esclarecer os fatos e colocar atrás das grades o culpado ou os culpados deste bárbaro crime que chocou a população da região.
Rilmar de Souza informa ainda que estão envolvidos nas investigações policiais da Delegacia de Repressão do Crime Organizado (DRCO), Delegacia de Divisão de Homicídios e Núcleo de Inteligência Policial, além dos policiais de Parauapebas. “Por enquanto, não temos nenhuma pessoa suspeita do crime”, informa.

Familiares e amigos lamentam morte violenta de Thaís
No momento em que a polícia local aguardava a chegada de peritos do IML, a reportagem ouviu algumas pessoas que se encontravam no local. Antonio dos Santos Leite, tio de Thaís, disse que desde que a sobrinha dele desapareceu, na sexta-feira (10), todos os membros da família e amigos mais próximos estavam incansavelmente à procura de algum sinal da moça.
“Recebemos vários trotes de pessoas maldosas dizendo que o corpo de minha sobrinha havia sido encontrado. Mas só na manhã de hoje (terça-feira) fomos avisados pela polícia que o corpo de Thaís havia sido encontrado. Vim ao local e reconheci o corpo como sendo de minha sobrinha, pela sandália que ela estava calçada quando saiu de casa para escola”, conta o tio da vítima, bastante emocionando.
Segundo ainda Antonio dos Santos, Thaís Feitosa era uma menina de 12 anos de idade que agora que estava se formando como moça, não tinha namorado e se os familiares falassem que ela estava namorando ela ficava zangada. Thaís participava das atividades da Igreja Adventista, onde atuava no grupo de desbravadores.
Lara Maria Duarte, prima de Thaís, frisou que a prima não merecia isto, pois era uma menina muito boa com as pessoas de sua convivência. “Aconselho às minhas amigas e colegas que não andem sozinhas e não conversem com pessoas desconhecidas”, orienta Lara Maria.
Para Márcia Quaresma, professora, adventista e amiga da família, Thaís era uma menina muito carinhosa com todo mundo de seu círculo de amizade. “Ela sempre mandava bilhetinho dizendo que amava a gente e que nos finais de semana sentia falta de nós. Na igreja, ela desempenhava um papel muito bonito no Clube dos Desbravadores, um importante programa que nós adventistas desenvolvemos em Parauapebas”, descreve a amiga.
Márcia Quaresma adiciona que uma das coisas que Thaís mais gostava era vestir o uniforme da igreja. “Com todas estas qualidades, como pode uma pessoa desta ter uma morte tão violenta. A dor que os familiares dela estão sentindo agora é muito profunda. Desde que a Thaís desapareceu, na sexta-feira, a mãe dela passou mal e até hoje (terça-feira) se encontra internada. Agora, imagine a dor que ela vai ter quando souber que a filha foi encontrada morta nestas condições”.
Ivanildo Braga da Silva, membro do Conselho Tutelar de Parauapebas, informa que o órgão vem participando dos patrulhões realizados pelas polícias Civil e Militar nos finais de semana, em casas noturnas e bares da cidade. Nestas operações, vários adolescentes já foram flagrados ingerindo bebida alcoólica e desacompanhados dos pais ou responsáveis.
O conselheiro alerta aos pais de famílias que não deixem seus filhos menores de idade sair sozinhos à noite, principalmente para boates ou danceterias da cidade. “Quanto aos jovens, é importante que eles não batam papo com pessoas desconhecidas, não aceitem caronas, não ingiram bebida alcoólica e não saiam sozinhos”, orienta Ivanildo Braga, lembrando que outro problema que preocupa muito os conselheiros é a formação de amizade dos jovens por meio da internet. “É preciso que os pais monitorem, de certa distância, o bate-papo dos filhos nas redes sociais”, avisa o conselheiro, colocando o telefone do Conselho Tutelar, 3356-2150, à disposição da população.
Adolescente desapareceu a caminho da escola
Thaís Santos Feitosa saiu de casa, no Bairro Liberdade, por volta das 10h30 em direção à escola Cecília Meireles, no Bairro União. A família da moça, à frente o pai Manoel Alves Feitosa, ficou desesperada à procura da filha, sem obter nenhuma informação a respeito de seu paradeiro.
Na tarde de segunda-feira (13), um grupo de familiares, colegas de escola onde Thais estudava e da igreja evangélica que a jovem pertencia fez uma manifestação na portaria de acesso a Carajás, impedindo a passagem de veículos para os dois sentidos durante uma hora e meia, no intuito de chamar a atenção da sociedade local.
O pai da garota desaparecida assegura que desconhecia o ato público realizado na frente da portaria, impedindo o tráfego de veículos no local, e que só veio tomar conhecimento da manifestação minutos depois que a mesma havia encerrado.
Olete Alves Feitosa, tia de Thais, conta que a menina saiu da casa dos pais, localizada na Rua Santa Catarina nº 32, Bairro Liberdade, por volta das 10h30 da última sexta-feira (10), com destino à escola onde ela estudava, e não deu mais notícia.
“A partir das 3 horas da tarde de sexta-feira, o desespero tomou conta de todos nós, que passamos a ligar para a casa de outros parentes, para colegas de aula de Thais, para amigos da Igreja Adventista e pessoas conhecidas, mas ninguém dava informação sobre o paradeiro de minha sobrinha”, lamenta Olete Feitosa.
Ela lembra que o celular de Thaís foi acionado por várias vezes pelos familiares, mas as ligações não eram atendidas. A partir de 1 hora da manhã de sábado, as ligações davam sinal que estava fora de área.
Outras pessoas desaparecidas
No dia 10 de maio de 2010, a jovem Ana Karina Matos Guimarães, grávida, foi sequestrada, morta e até hoje seu corpo não apareceu. Três acusados no envolvimento da morte e sumiço do corpo da vítima se encontram presos em Belém, que são os indivíduos Alessandro Camilo de Lima, ex-namorado de Ana Karina; Francisco de Assis Dias, o “Magrão”; e Florentino de Sousa Rodrigues, o “Minego”. Graziela Barros Almeida, namorado de Alessandro, responde em liberdade.
Em 8 de janeiro deste ano, Josiane Alves da Silva, 28 anos, solteira, saiu de casa por volta das 16h50, no Residencial Amazonas, para pegar uma van e ir à igreja Testemunhas de Jeová, no Bairro da Paz, e nunca mais apareceu.
No dia 31 de janeiro, foram encontrados nas proximidades da igreja onde Josiane frequentava uma bolsa tiracolo e dois aparelhos de celulares pertencentes à moça.
No último dia 29 de janeiro, desapareceu de casa e nunca mais apareceu Reginaldo de Souza Miranda, 29 anos. E agora, dia 10 de fevereiro, some e é encontrava morta a adolescente Thaís Santos Feitosa, de 12 anos de idade. (Vela Preta/Waldyr Silva)

Polícia fecha loja acusada de ludibriar clientes com ‘compra premiada’






Depois de receber denúncias na última sexta-feira (10), dando conta que uma loja especializada no sistema de “compra premiada” estaria adulterando o peso das bolas do globo para não contemplar nenhum cliente do consórcio, o delegado Antonio Miranda Neto acionou uma equipe de investigadores e foi até o local indicado para conferir a denúncia.
De posse das informações, delegados e investigadores foram até a loja, localizada na Rua Bom Jesus nº 1458, Bairro Betânia, e do interior de um carro descaracterizado verificaram durante alguns minutos o serviço de sorteio executado pelo dono da loja, Antonio Conceição Xavier, e a secretária deste, Maria do Amparo Ferreira.
Em seguida, os policiais saíram do interior do veículo e surpreenderam o pessoal fazendo o sorteio dos prêmios. Na verificação do funcionamento do globo, de acordo com depoimento do investigador Walter Gomes da Silva, foi percebido que determinada bola não passava no orifício do globo, e por esse motivo não contemplava os consorciados que aderiram ao sistema de compra premiada.
Ouvido pela reportagem, o cliente Raimundo Ferreira da Silva disse que por duas vezes chegou a assistir aos sorteios no globo, mas percebeu que havia algo errado, porque só saía contemplado cliente que se encontrava com prestação atrasada, e por isso não recebia o prêmio.
Raimundo Ferreira informou que paga o consórcio de uma moto, com prestação no valor de R$ 192,00, que ele diz vir pagando há dois anos e quatro meses. O cliente sustenta que nunca tomou conhecimento que houve ganhador na compra premiada.
Autuado em flagrante delito por prática de fraude, Antonio Conceição Xavier, 59 anos, natural de Santa Inês (MA), residente na Rua Dom Pedro II nº 229, Bairro Santo Antonio, em Santa Inês (MA), declarou à reportagem que possui dois empreendimentos denominados “Compra Premiada Kita Fácil”, um instalado na Rua Bom Jesus, Bairro Betânia, e outro no Bairro da Paz, em Parauapebas.
Segundo o acusado, ele opera há dois anos com a atividade econômica, com a formação de seis grupos de 48 consorciados na loja do Bairro da Paz e quatro grupos com a mesma quantidade de consorciados no Betânia, com sorteios dos prêmios realizados nos dias 10 e 11 de cada mês.
Antonio Conceição confessou que o faturamento médio das duas lojas gira em torno de R$ 17 mil por mês. Na abordagem, a polícia apreendeu na loja do Bairro Betânia a importância de R$ 4.594,00 em espécie, supostamente referente a arrecadação de pagamento de carnês de sua clientela. (Vela Preta/Waldyr Silva)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Corpo de Bombeiros não tem viaturas para combater incêndio



A unidade do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará, instalada no município de Parauapebas, conta com suas viaturas de combate a incêndio e de socorro a pessoas acidentadas todas para-das, em virtude de pane em seus veículos.
A situação vem ocorrendo ao longo dos últimos meses, fato que vem deixando a população sem nenhum atendimento desta guarni-ção de proteção e de segurança na cidade.
Na última sexta-feira (10), uma residência localizada na invasão denominada “Morro do Chapéu” foi incendiada, a população apelou para o Corpo de Bombeiros, mas a unidade não pôde atender ao chamado da comunidade, em virtude da falta de viatura de combate a incêndio.
Procurado na última segunda-feira (13) pela reportagem para falar so-bre o assunto, o major Luís Cláudio Farias, comandante da unidade do Corpo de Bombeiros em Parauapebas, confirma a situação caó-tica que vem passando nos últimos meses o quartel da unidade militar.
Segundo explicou o comandante, a manutenção das viaturas lotadas na corporação do Corpo de Bombeiros é feita, por meio de convê-nio celebrado com o Governo do Estado, pela Prefeitura de Paraua-pebas.
Nos últimos dias, ele diz ter mantido contato com a prefeitura, mas tem encontrado dificuldade para que as viaturas sejam consertadas e os serviços de salvamento restabelecidos.
“Estive pessoalmente numa oficina mecânica que eventualmente presta serviços de mecânica, mas o pessoal me informou que não vai consertar os veículos porque a prefeitura ainda estaria devendo o pagamento de serviços prestado ainda no ano passado”, lamenta o major Luís Cláudio Farias.
Diante desta dificuldade, o comandante afirma que providenciou um carro-pipa para atender, mesmo reconhecendo a precariedade, a eventuais incêndios que possam ocorrer em residências de um único piso.
NOTA DA PMP
A reportagem esteve na prefeitura na manhã desta segunda-feira (13) para falar sobre o problema. Em nota, a Assessoria de Comunicação (Ascom) confirma que a PMP celebrou em 2007 um convênio de cooperação mútua com o Corpo de Bombeiro Militar do Pará (CBMPA), com interveniência da Secretaria Executiva de Segurança Pública do Pará.
No convênio, a prefeitura se responsabiliza pela manutenção das viaturas e equipamentos operacionais utilizados pela Unidade do CBMPA instalados no município. Para realizar a manutenção dos carros, diz a nota, a prefeitura realizou uma licitação, visando à contratação de uma oficina.
“No entanto, não houve interessados inscritos no processo, que foi dado como deserto. Diante desse contexto, a prefeitura encontra-se numa tentativa de enquadrar o fato em uma situação de dispensa de licitação. Caso isso não seja possível, será aberta uma nova licitação para contratação de uma empresa que ofereça o referido serviço”.
A prefeitura esclarece ainda que o problema ainda não foi resolvido porque todos os procedimentos adotados são regidos pela Lei 8.666 (licitação), que conta com prazos que devem ser obedecidos. (Vela Preta/Waldyr Silva)

Motoqueiro morre em acidente e duas mulheres vão para hospital


Ao deixar uma casa noturna no Bairro da Paz, na madrugada do último domingo (12), pilotando uma moto, o vendedor Hemerson Benedito de Abreu, 28 anos, natural de São Paulo (SP), residente na Rua Aracaju, Bairro da Paz, Parauapebas, chocou-se com um ônibus e morreu na hora.
O trágico acidente ocorreu por volta das 5 horas da madrugada de domingo (12), no Bairro da Paz, próximo de uma casa noturna, no momento em que a vítima pilotava uma moto e colidiu com o ônibus.
Segundo apurou a reportagem no hospital municipal, Hemerson Benedito saiu da casa noturna conduzindo na motocicleta as mulheres Ana Gardênia do Ó e Eliene dos Santos Monteiro, que escaparam com vida no acidente, mas até a tarde desta segunda-feira (13) ambas continuavam internadas em estado grave no hospital municipal. (Vela Preta/Waldyr Silva)

Descuidista furta celular e é descoberto por raio-x



No momento em que se submetia a exame de raio-x à altura da coxa direita, em virtude de ter sofrido um disparo de espingarda, o elemento Antonio Carlos Abreu dos Santos, 19 anos, residente na Rua Macedônia nº 611, Bairro Betânia, Parauapebas, aproveitou um descuido do operador do equipamento de raio-x e furtou o aparelho celular do funcionário público João Batista do Nascimento, residente no Bairro Rio Verde, Parauapebas. O fato ocorreu por volta de 1h40 desta segunda-feira (13), no hospital municipal.
Ao perceber a falta do aparelho celular, o funcionário do hospital indagou se o paciente havia pegado o objeto, tendo a reposta que não. Como só havia os dois na sala, João Batista informou a Antonio Carlos que havia necessidade de fazer uma nova chapa na perna ferida, sob a alegação de que a que fora tirada antes não prestara. Ao revelar o filme, foi constatado na chapa que o celular estava escondido na virilha do paciente.
Por esse motivo, Antonio Carlos Abreu foi autuado em flagrante delito por crime de tentativa de furto, ficando preso à disposição da Justiça.
Segundo o sargento PM Erivaldo, o acusado estava praticando pequenos furtos no Bairro Betânia, quando foi atingido por uma das vítimas com um tiro de raspão na perna direita. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Doméstica sofre infarto, cai de escada e morre no Bairro Beira Rio


Após sofrer um mal súbito por volta das 13h30 desta sexta-feira (10), a doméstica Luzia da Conceição Silva Santos, 41 anos, natural de Cantanheide (MA), caiu da escada do segundo andar do prédio, bateu com a cabeça no solo e morreu na hora. O fato aconteceu na Avenida E, esquina com a Rua 137, Bairro Beira II, em Parauapebas.
De acordo com o que apurou a reportagem junto à polícia e alguns conhecidos da vítima, a mulher deveria estar sentada numa cadeira, nas proximidades da escada, quando sofreu o infarto e rolou para baixo na escada. No momento, a doméstica se encontrava sozinha na casa dos patrões.
Luzia da Conceição Silva Santos estava trabalhando na residência onde faleceu há apenas oito dias. Uma guarnição do Corpo de Bombeiros foi chamada às pressas para socorrer a mulher, mas quando os socorristas chegaram ao local a doméstica já se encontrava sem vida.
Na bolsa a tiracolo da vítima foram encontrados vários tipos de medicamentos controlados contra pressão arterial e outras doenças similares. A vítima morava na Rua Santa Maria, no Bairro da Paz, em Parauapebas. (Vela Preta/Waldyr Silva)

Disque Denúncia comemora dois anos de atividades e premia policiais




A coordenação do sistema Disque Denúncia realizou na amanhã desta sexta-feira (10), em Parauapebas, cerimônia em comemoração aos dois anos de funcionamento da central, com entregue de prê-mios às equipes policiais que mais operacionalizaram denúncias oriundas do serviço.
O Prêmio Gol, que já acontece há treze anos no Disque Denúncia do Rio de Janeiro, tem o intuito de motivar as equipes policiais a trazerem respostas para a sociedade sobre as denúncias feitas por ela diariamente na central de atendimento, que funciona em Parauapebas, através do telefone (94) 3346-2250.
Durante a cerimônia, oito equipes de policiais civis e militares, num total de 27 agraciados, foram premiadas com valores entre 200 e 400 reais. Como critério para o pagamento, a ação não poderia resultar em qualquer tipo de violência e deveria ser veiculada na mídia como sendo oriunda da Central do Disque Denúncia.
O sistema Disque Denúncia é gerenciado pelo Instituto Brasileiro de Combate ao Crime e executado por meio de ações de mobilização social viabilizadas pela articulação com diversos setores.
A central garante o efetivo controle social através da participação popular na deliberação de políticas públicas e incentiva a população a prestar informações relevantes de forma anônima, para ajudar principalmente na prevenção e repressão de crimes no município, com a garantia do sigilo e anonimato do denunciante.
Na avaliação do ten-cel. Roberto Coracy Silva, comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar, o Disque Denúncia vem contribuindo sobremaneira para que o índice de violência tenha caído em Parauapebas e em municípios vizinhos.
O comandante lembra que um dos fatores que vêm encorajando a sociedade a denunciar eventuais crimes à central do Disque Denúncia é o fato de o nome do denunciante ser mantido em sigilo absoluto.
Para o soldado Fabiano Batalha, um dos homenageados com o Prêmio Gol, a premiação, por meio de cartão magnético, motiva os policiais a se estimularem ainda mais nos serviços de combate ao crime no município.
Após a solenidade, coordenada por Márcia Guimarães, os convidados foram convidados a participar de um café da manhã no quartel do 23º Batalhão de Polícia Militar, onde ocorreu a premiação. (Vela Preta/Waldyr Silva)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Larápio flagrado furtando celular na Rua 14



Encontra-se preso à disposição da Justiça na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, desde a última terça-feira (7), o indivíduo Antonio da Silva Ferreira, residente no Bairro Liberdade, Parauapebas, acusado de ter furtado dois aparelhos de celular de uma loja na Rua 14, Bairro União.
De acordo com informação do cabo PM Erivan, que na companhia do colega de guarnição sargento Batista deteve o elemento e o encaminhou para a delegacia de polícia, Antonio da Silva Ferreira entrou na casa e disfarçadamente afanou os dois aparelhos de celular, mas foi flagrado pelos donos do estabelecimento, que chamaram a polícia.
Ao chegar ao local do furto, a polícia encontrou o acusado detido em poder de populares, e ele foi encaminhado à delegacia, onde prestou depoimento e se encontra à disposição da Justiça. Procurado, o acusado não quis falar com a imprensa. (Vela Preta/Waldyr Silva)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Polícia coloca na cadeia quatro homens acusados de traficar droga

Vandson Paiva de Sousa

Genilson Oliveira Chaves

Flávio Gomes de Amorim
  
Charlion Silva Oliveira
 

Depois de um período de investigação, a Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, colocou na cadeia, neste final de semana, em Parauapebas, quatro elementos acusados de vender droga na cidade, os quais se encontram detidos à disposição da Justiça.
Os presos são os indivíduos Charlion Silva Oliveira (23 anos, união estável, natural de Imperatriz-MA, residente na Rua Café Filho nº 1218, Bairro Altamira, Parauapebas), Genilson Oliveira Chaves (18 anos, solteiro, natural de Castelo do Sonho-MG, residente na Rua Rio Novo, qd. 93, lt. 12, Casas Populares I, Parauapebas), Vandson Paiva de Sousa (21 anos, solteiro, natural de Dom Pedro-MA, residente na Rua Afonso Pena nº 1258, próximo da Praça do Altamira, Bairro Altamira, Parauapebas) e Flávio Gomes de Amorim.
De acordo com a polícia, os acusados foram flagrados na noite de sábado para domingo na Praça do Altamira, Bairro Altamira, conduzindo um total de 22 pequenas embalagens contendo crack. Segundo o delegado Antonio Miranda Neto, o quarteto vai responder pelo crime de tráfico de drogas e associação ao tráfico.
Em depoimento, Vandson Paiva de Sousa nega que seja traficante de drogas, mas confessa que é usuário de entorpecente há seis meses, cuja droga ele compra na conhecida Rua do Meio, Bairro da Paz, Parauapebas, de uma pessoa que ele diz não saber o nome. Nenhum dos acusados quis falar com a imprensa. (Waldyr Silva)

Final de semana registra três mortes

Sem identificação

Magno Breno Mel
 
Ozias Manoel dos Santos

Três mortes foram registradas pela polícia neste final de semana, em Parauapebas. No sábado (4), um homem sem identificação suicidou-se na Vila Palmares Sul. A segunda vítima fatal foi Ozias Manoel dos Santos, conhecido por “Bombeiro”, 33 anos, morto com uma facada no peito em via pública no Bairro Rio Verde, na tarde de domingo (5). A terceira e última vítima foi um jovem de 19 anos, Magno Breno Romão Mel, natural de Paragominas (PA), que foi executado com quatro tiros no peito no Bairro Liberdade, na noite de domingo (5).
Segundo apurou a reportagem, o homem sem identificação estaria vivenciando por uma situação financeira bem ruim. Calado e de poucas amizades, o rapaz resolveu amarrar uma corda em um caibro de madeira da casa e se atirou de cima de um local alto, morrendo com o corpo suspenso pela corda no pescoço.
O assassinato de Ozias Manoel aconteceu numa rua do Bairro Rio Verde. Não se tem muitas informações em relação ao caso, mas a polícia diz estar apurando os fatos e acredita que a vítima primeiramente discutiu com o assassino. A identidade do criminoso ainda é desconhecida.
Por sua vez, Magno Breno estava andando ao lado de um amigo na Rua Goiás, Bairro Liberdade, quando foi abordado por um motoqueiro, que disparou a arma e o atingiu com quatro tiros no peito. A Polícia Civil avalia que o rapaz tenha se envolvido em uma briga num bar e por isso foi executado.
Em conversa com um familiar do rapaz, a reportagem apurou que Magno ultimamente estava feliz com a gravidez da esposa. Ele andava com uma cópia de exame ultra-som que a companheira havia realizado e mostrava para quem quisesse ver o exame. “Coitado, não vai ter a felicidade de conhecer o filho”, lamentava o parente.
“Já sabemos quem foi o autor dos tiros, mas não podemos revelar nada agora, para não atrapalhar a investigação”, enfatizou o delegado Antônio Miranda Neto. (Vinicios Nogueira/Waldyr Silva)

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Polícia Civil apreende 11 máquinas caça-níqueis em Parauapebas




Uma equipe da Polícia Civil, composta pelos delegados Antonio Mi-randa Neto e Bruno Fernandes de Lima e os investigadores Almeida e Walter, apreendeu em Parauapebas, na última quinta e sexta-feira (2), onze máquinas caça-níqueis em vários bairros da cidade.
Durante a operação, os policiais civis apreenderam também vários materiais relativos ao jogo do bicho, como blocos de anotação de apostas e outros expedientes correspondentes às atividades rela-cionadas à contravenção penal, e desativaram o ponto de jogatina.
Ao ser abordada pela polícia, a dona de um bar, Júlia Cândido da Silva, localizado no Bairro Novo Brasil, declarou que as duas má-quinas caça-níqueis apreendidas em seu estabelecimento pertenciam a um rapaz que deixou pra ela guardar.
Quanto à ação da polícia, em apreender equipamentos que operam na clandestinidade e fechar estabelecimentos sem licença e alvará de funcionamento, a pequena comerciante disse considerar a medida correta, “porque a presença da polícia inibe alguma ação de pessoas maldosas”, declarou.
Para o delegado Antonio Miranda Neto, as operações em busca de máquinas caça-níqueis e a desativação de pontos de jogos do bicho vão continuar sendo deslanchadas na cidade, com o objetivo de inibir estes tipos de crime.
Na avaliação da autoridade policial, o preço de uma máquina caça-ní-quel varia entre R$ 1.500 e R$ 2 mil, e cada uma delas fatura, no mí-nimo, uma média de R$ 5 mil por mês. (Vela Preta/Waldyr Silva)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Donos de bares reclamam de burocracia para regularizar estabelecimentos

Júlia Pereira de Oliveira

Antônio Sérgio Langner de Moura

Com a iniciativa das polícias Civil e Militar, que prometem jogar pesado contra estabelecimentos de Parauapebas que comercializam bebidas alcoólicas sem as competentes licenças e alvará de funcio-namento, por meio de patrulhões nos finais de semana, alguns pro-prietários de bares e casas noturnas reclamam da burocracia exis-tente nas repartições públicas na hora de requerer o licenciamento.
Além da burocracia, os donos de bares reclamam também que na hora em que são abordados pela polícia eles passam por constran-gimentos, juntamente com a clientela, pelos homens armados que na falta de alguma licença ou alvará ordenam o fechamento do estabe-lecimento.
No patrulhão que ocorreu no último final de semana, alguns bares foram fechados pela polícia e notificados a procurarem a prefeitura, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil para tirar as competentes licenças e alvarás de funcio-namento.
Alguns pequenos comerciantes de bebidas alcoólicas dizem com-preender a iniciativa da polícia, marcando presença nas casas notur-nas e exigindo legalização dos estabelecimentos. Para Júlia Pereira de Oliveira, proprietária de um bar na Rua Espanha, Bairro Vila Ri-ca, a cobrança da polícia é necessária. “Com a orientação do delegado, estou correndo junto às repartições para regularizar meu bar, porque é o meu ramo que tenho”, prometeu.
Ouvido pela reportagem, o presidente do Sindicato dos Proprietá-rios de Bares e Restaurantes do Município de Parauapebas, Antônio Sérgio Langner de Moura, conhecido popularmente por “Sérgio da Gaúcha”, reclama da demora na liberação dos alvarás de funciona-mento junto à prefeitura.
O sindicalista observa que, por causa da morosidade na liberação das licenças, muitos pequenos comerciantes ficam impedidos de tocar seus negócios, única atividade comercial, e por isso chegam a passar dificuldades financeiras.
O delegado Antonio Miranda Neto, diretor da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, sustenta que os patrulhões vão con-tinuar sendo realizados nos finais de semana, com o intuito de mora-lizar o funcionamento dos comércios que vendem bebida alcoólica.
Segundo Antonio Miranda, no ano passado todos os proprietários de bares e similares foram informados sobre a necessidade de se legalizarem junto aos órgãos competentes, sob pena de serem fechados, em caso de desobediência, e a possibilidade, inclusive, de o proprietário ser recolhido ao xadrez. (Vela Preta/Waldyr Silva)

Polícia localiza pertences da garota desaparecida em Parauapebas




O delegado Antonio Miranda Neto, diretor da Seccional Urbana de Polícia Civil em Parauapebas, informou na manhã desta quarta-feira (01) à imprensa local que foram encontrados uma bolsa tiracolo e dois aparelhos de celulares pertencentes à jovem Josiane Alves da Silva, 28 anos, solteira, que saiu de casa no último dia 8 de janeiro e nunca mais apareceu.
De acordo com o delegado, os pertences da moça desaparecida fo-ram encontrados por populares nas proximidades de uma igreja evan-gélica, no Bairro da Paz, para onde a jovem teria se dirigido quando foi vista pela última vez.
Delegado Miranda explica que, conforme depoimento colhido de testemunhas, os objetos foram deixados na frente da igreja por uma pessoa desconhecida, cuja identidade está sendo investigada pela polícia,
Na avaliação da autoridade policial, mesmo com a localização dos pertences pessoais da jovem desaparecida, a linha de investigação do caso continua sendo de desaparecimento de pessoa.
Josiane Alves saiu de casa, no Residencial Amazonas, em Paraua-pebas, por volta das 16h50 do dia 8 de janeiro para pegar uma van e ir à igreja Testemunhas de Jeová, no Bairro da Paz, e nunca mais apareceu. (Vela Preta/Waldyr Silva)