sábado, 12 de março de 2016

Casal é executado a mando de devedora


O assassinato de um casal que comercializava joias chocou a população de Parauapebas, onde morava, e também Curionópolis, onde tinha amigos.  Eura Lima Magalhães e Antônio Sérgio Barbosa Alves foram assassinados na última quarta-feira (9), em Curionópolis, após caírem em uma emboscada armada por Katiane Oliveira Santos, de 38 anos, que devia elevada quantia em dinheiro para o casal pela compra de joias.

Segundo a Polícia Civil, Katiane atraiu o casal para a morte, dizendo que tinha uma determinada quantia em dinheiro para dar no abatimento da dívida. No entanto, o objetivo era simular um assalto quando o casal chegasse à casa dela, na Rua Babaçu, Bairro da Paz, centro de Curionópolis, para que a morte não tivesse qualquer ligação com a acusada.

Katiane Santos arquitetou tudo com Geovane Nascimento Macedo, 18 anos, e Daniel Lima de Souza, conhecido como “Saddã”, namorado da filha dela.

Quando o casal chegou à casa,  por volta de 15 horas, foi rendido pelos acusados, que estavam na residência, e obrigados a entrar no carro deles, um HB20 preto. Daniel sentou no banco do carona e obrigou Antônio a dirigir o carro, sob a mira de um revólver calibre 38. Eura foi conduzida no banco de trás, vigida por Geovane.

De acordo com o delegado Heitor Magno, titular da Delegacia de Curionópolis, eles levaram o casal para uma vicinal, a 14 quilômetros da cidade, sentido Eldorado do Carajás, onde foram executados. Para tentar atrapalhar as investigações, eles abandonaram o veículo do casal no Bairro Chamonlândia, em Curionópolis.

Assim que foi comunicado o desaparecimento do casal, no trajeto entre Parauapebas e Curionópolis, as polícias Civil e Militar iniciaram buscas na região. Uma pessoa informou que em uma casa, na Rua Babaçu, tinha acontecido uma confusão e que havia alguém armado.

“A Polícia Militar foi até o local, mas não encontrou nada. Também nos chegou a denúncia, por volta de 22 horas, de que a última vez que o casal fora visto foi nesse endereço e que ela [Eura] havia discutido com alguém que estava armado. Fomos até a casa, mas logo depois fomos embora. Quando encontramos o carro e pelas características nos passada voltamos até a casa e Katiane, diante dos fatos, acabou confessando a trama para executar o casal e apontado os autores do crime”, detalha Heitor Magno.

Ainda de acordo com o delegado, Daniel estava na casa de Katiane, mas quando viu a viatura se escondeu. Depois de eles irem embora, ele saiu e se escondeu em uma casa abandonada ao lado da casa de Katiane.

“Quando voltamos à casa, ouvimos um barulho e deduzimos que havia alguém naquela casa. Quando fomos entrar, ele tentou reagir atirando contra nós e acabou sendo abatido a tiros”, conta o delegado.

Enquanto eles estavam na casa de Katiane, outra equipe caçava Geovane, que foi encontrado na casa dele, na Avenida Minas Gerais, onde foi apreendida certa quantia em maconha, que ele disse ser para uso pessoal. Depois de algum tempo, ele confessou o crime e deu detalhes, dizendo onde estavam os corpos do casal e também parte das joias, que foi recuperada, assim como dinheiro.

Conforme ainda o delegado, Daniel Lima era um indivíduo perigoso. Quando adolescente, teve diversas passagens pela polícia, inclusive por homicídio, quando cumpriu internação em Belém.

Em entrevista à imprensa, Geovane confessou participação no sequestro do casal, mas disse que não participou da execução deles, que teria sido feita apenas por Daniel, versão que não convence a polícia. Ele foi indiciado por latrocínio, que é roubo seguido de morte, e ocultação de cadáver.

Katiane também nega participação no crime, afirmando apenas que o casal esteve em sua casa e que devia de fato uma quantia em dinheiro de joias que comprou. Dívida que já teria mais de ano. Inclusive, em fotos em rede social, ela se exibe com várias joias. O casal, que era muito querido no meio de amigos, morava há 10 anos em Parauapebas. (Tina Santos / CT Online)

segunda-feira, 7 de março de 2016

Acusado de tentativa de roubo é agredido por populares e preso

Após precisar ser socorrido no Hospital Municipal de Parauapebas (HMP), o indivíduo Euly Miranda Furtado foi autuado no domingo (6) na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil em flagrante por roubo.

Conforme revelou o delegado Gabriel Henrique Alves Costa, diretor da Seccional, Euly Furtado foi agredido por populares que conseguiram alcançá-lo após ele tentar cometer o crime em uma propriedade particular.

Depois de ser atendido no HMP, o suspeito foi recolhido ao xadrez. Procurado pela reportagem, ele não quis se defender das acusações. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sábado, 5 de março de 2016

Polícia Civil continua investigando tentativa de roubo no Banco Itaú

Depois da tentativa de roubo à agência do Banco Itaú em Parauapebas, por volta das 23 horas da última quinta-feira (3), o serviço de inteligência da Polícia Civil está monitorando os passos de quadrilhas especialistas em assaltos a banco na região.

Na tentativa de roubo à agência do Itaú, localizada na Avenida F, Bairro União, os assaltantes só não conseguiram chegar até o cofre porque o alarme de segurança disparou e eles fugiram por um matagal que dá acesso ao Rio Parauapebas, sem levar nada.

Segundo a polícia, os bandidos chegaram a abrir um buraco na parede dos fundos da agência, na tentativa de roubar o dinheiro do cofre e depois fugir de lancha pelo rio.

Em declarações prestadas à reportagem, o sargento PM Silva, que prestava serviço na central de videomonitoramento de segurança da cidade, explicou que às 23h41 de quinta-feira foi informado pelo setor de vigilância eletrônica do banco, que fica em São Paulo, que havia uma situação suspeita nos fundos da agência.

Ao chegar ao local, a guarnição da PM constatou que havia buracos na parede dos fundos da agência. Os policiais chegaram a ficar temerosos porque havia caixas no local que poderiam conter bananas de dinamite, mas esta hipótese foi descartada.

A equipe de monitoramento eletrônico do banco disse que não conseguiu especificar quantas pessoas tentaram roubar o banco, mas viram com clareza três homens.

O sistema de monitoramento de Parauapebas não capturou a imagem dos criminosos, porque eles agiram pela parte dos fundos do banco, e o sistema só registra imagens da frente da agência. Moradores da área beira rio informaram que no dia anterior viram uma lancha fazendo voltas seguidas nos fundos do banco.

Devido à tentativa de roubo, a agência do banco funcionou nesta sexta-feira (4) em sistema de contingenciamento, atendendo 10 pessoas por vez, fato que acabou irritando alguns clientes, que tiveram que aguardar a vez sob o sol.

Esta é a segunda vez que a agência do Itaú é alvo de bandidos em Parauapebas. Em março de 2014, o banco foi arrombado pela parte dos fundos e os criminosos levaram R$ 6 mil. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Mais um preso durante a operação Keylogger

A Divisão de Repressão a Crimes Tecnológicos da Polícia Civil do Pará prendeu na manhã desta sexta-feira (26) a quinta pessoa acusada de envolvimento em crime tecnológico em Parauapebas, Fernando Souza Ferreira, conhecido como “Duda”, que nega envolvimento no crime. Na casa dele, a polícia apreendeu um revólver calibre 38 e munições de pistola 380, assim como R$ 8 mil em dinheiro e diversos cheques.

Como ele foi preso durante o mandado de busca e apreensão na casa, apenas por posse ilegal de arma de fogo e munições, crime afiançável, a delegada Vanessa Lee Araújo, da Divisão de Repressão a Crimes Tecnológicos, que coordenou a operação junto com o diretor da 20ª Seccional de Polícia Civil, delegado Gabriel Henrique Alves Costa, arbitrou fiança no valor de 30 salários mínimos.

Ainda na tarde de sexta, Duda pagou o valor arbitrado, no valor de R$ 26.427,00, e vai responder ao processo em liberdade. Ele já responde a processo por crime tecnológico, ao ser preso em 2004, na operação Cavalo de Troia II, juntamente com outras pessoas, acusado de envolvimento no roubo de dinheiro de contas bancárias pela internet.

Segundo a delegada Vanessa Lee, a Polícia Civil recebeu informações do cometimento de crimes com uso de recurso tecnológico em Parauapebas. Com isso, foram iniciadas diversas investigações e em uma delas se chegou a Duda, por meio de mandado de busca e apreensão na casa dele.

"Durante o cumprimento do mandado, foram encontrados documentos a arma, munições, dinheiro e cheques, que foram apreendidos e ele conduzido por posse ilegal de arma de fogo", informa a delegada.

Duda é a quinta pessoa presa em Parauapebas nos últimos três dias, acusada de envolvimento em crime tecnológico, segundo a polícia.

Na última quarta-feira (24), foram presos três empresários, na Operação Keylogger, acusados de usar uma empresa como faixada para fazer a lavagem do dinheiro subtraído de contas bancárias por meio da internet, em valores que podem ultrapassar R$ 2 milhões, segundo a polícia.

Sílvia Cleia do Nascimento, Fábio da Costa Silva e Wellin Botelho Viana, conhecido por “Gil da Construferro”, continuam presos em presídios de Marabá. Uma quarta pessoa conduzida na operação, Elenildo Holanda da Silva, vigia da empresa, foi ouvida e depois liberada.

Segundo a delegada, até agora não há relação entre Duda e os demais presos na quarta-feira. Ela diz que isso é parte das ações que a polícia está realizando no município.

Ainda de acordo com Vanessa, o acusado vai responder por posse ilegal de arma de fogo e pode vir a responder a outros delitos, dependendo do que for apurado e materializado no decorrer das investigações.

Aparentemente tranquilo, Duda fez questão de conceder entrevista à imprensa. Ele admitiu que a arma apreendida é sua e diz que a usa para se proteger, assim como a sua família, porque o índice de violência é alto no município. Garantiu que nunca mais teve qualquer envolvimento com hackers e que sequer mantém amizade com as pessoas com as quais foi preso.

Duda assegura que o dinheiro encontrado em sua residência foi da venda de uma moto, uma vez que ele hoje trabalha com compra e venda de veículos. Também disse que os cheques apreendidos são de clientes que compram veículos parcelados. "Muitos desses cheques as pessoas já pagaram. Faltava eu devolver", diz. (Tina Santos / Jornal Correio)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Polícia cumpre mandados e prende quatro suspeitos de fraude bancária

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (24), em Parauapebas, a operação policial denominada “Keylogger”, cumprindo 11 mandados judiciais e efetuando quatro prisões preventivas, duas conduções coercitivas de pessoas investigadas para prestar depoimento e outros cinco mandados de busca e apreensão.

O objetivo é desarticular uma associação criminosa envolvida em fraudes bancárias e esquema de lavagem de dinheiro por meio de invasão de contas bancárias, visando pagamentos de contas de uma grande loja da cidade denominada Construferro.

A operação foi comandada pela delegada Vanessa Lee, titular da Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos (DPRCT), com apoio de policiais civis das superintendências regionais do Sudeste e do Araguaia Paraense, e do Grupo de Pronto-Emprego (GPE).

De acordo com a Policial Civil, a operação é resultado de quatro meses de investigações sobre um esquema que envolvia lavagem de dinheiro.

Os presos são Silvia Cleia do Nascimento, Wellim Botelho Viana, Elenildo Holanda da Silva e Fábio Costa Silva, este último dono da loja, preso em flagrante por porte ilegal de um revólver calibre 38 com quatro munições.

Segundo a delegada, as investigações demonstraram que as fraudes bancárias eram praticadas por intermédio de sistemas de acesso a contas bancárias pela internet de agências bancárias, conhecido como Internet Banking.

Ela explica que os integrantes da associação criminosa enviavam milhares de e-mails com um vírus denominado Keylogger, do tipo “Cavalo de Tróia”, anexado à mensagem.

Após se instalar nos computadores dos donos de contas correntes, o vírus copiava o número das contas, as senhas e o token (chave eletrônica geradora de senhas) e depois enviava os dados aos “crackers” (criminosos que agem na internet).

Com os dados, explica a autoridade policial, os golpistas desviavam os valores e os usavam para pagamentos de boletos bancários. Estima-se que a fraude ultrapasse R$ 2 milhões.

“Foram feitos diversos pagamentos de boletos bancários de fornecedores para uma grande empresa de venda de ferro no município de Parauapebas”, detalha Vanessa Lee.

Conforme ainda a titular da DPRCT, para obter êxito nas fraudes os golpistas criaram diversas empresas “fantasmas” e usavam nomes de outras pessoas para realizar diversas compras de valores elevados. Para tanto, salienta a policial civil, eles faziam os pagamentos por meio de duplicatas através das contas bancárias invadidas e, depois, revendiam os produtos para obter enriquecimento ilícito e fazer lavagem de dinheiro.

Foram encontrados com os acusados diversos computadores, um revólver calibre 38 com quatro munições intactas, documentos e boletos de pagamentos em nome de várias empresas “fantasmas” criadas especificamente para receber os produtos comprados de maneira fraudulenta. Todas as empresas falsas apresentavam o mesmo endereço da empresa verdadeira.

Dentre os presos, Sílvia Cleia é apontada como “laranja” no esquema, pois a empresa usada no golpe está em seu nome. Os demais são ligados ao ramo comercial. Todos permanecerão presos à disposição da Justiça. Os documentos e demais objetos apreendidos serão encaminhados para perícia. As investigações sobre o esquema continuam. (Walrimar Santos)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Recapturado em Novo Repartimento suspeito da morte de Altamiro Borba

A Polícia Civil divulgou nesta terça-feira (23) a prisão em flagrante do maranhense Ricardo Soares da Silva (foto), 27 anos, com objetos roubados, armas e veículos que estavam estocados em uma casa usada para guardar produtos de roubo na cidade de Novo Repartimento, no sudeste do Pará.

Ricardo Silva estava na condição de foragido da Justiça do Pará, acusado de envolvimento na morte do empresário Altamiro Borba Soares, em Parauapebas.

A prisão foi realizada no último dia 20, pela equipe policial comandada pelo delegado Alenson Lameira, titular da Unidade Integrada Pro Paz (UIPP) de Novo Repartimento.

Segundo o policial civil, a prisão de Ricardo Silva foi resultado de investigações feitas pela equipe policial da UIPP que investigava uma série de roubos registrados no município.

Os policiais civis chegaram até uma casa, na sede da cidade, onde foram apreendidos diversos objetos roubados, além de duas motos, uma delas com registro de roubo, e duas armas de fogo (um revólver calibre 38 e uma pistola calibre ponto40), de uso restrito às polícias, com numerações raspadas. Os objetos apreendidos foram reconhecidos por vítimas de roubos na sede da unidade policial.

Ao ser ouvido em depoimento, o acusado apresentou como documento de identidade uma certidão de nascimento em que Ricardo apresentava nome falso na tentativa de não ser identificado.

Natural de Imperatriz (MA), o acusado foi preso, em 2013, em Balsas, no interior maranhense, durante operação conjunta das polícias Civil do Pará e Maranhão, apontado como um dos autores da morte do empresário em Parauapebas, crime ocorrido em julho desse ano.

Ricardo Silva fugiu, no começo deste ano, do presídio do Centro de Triagem Metropolitano IV, em Santa Izabel do Pará, nordeste do estado. O preso ficará recolhido no Presídio Regional de Tucuruí à disposição da Justiça. (Fonte: Polícia Civil)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Blog do Vela Preta comemora cinco anos com torneio de futebol soçaite


Com mais de 3.900.000 (três milhões e novecentos mil) acessos, este blog completou neste domingo (21) cinco anos de existência.

Para comemorar a data, os diretores do blog, Vela Preta e Waldyr Silva, organizaram um torneio de futebol soçaite na quadra do Berg, reunindo dez times formados por amigos e parceiros, culminando com muito churrasco e papo descontraído.

Coube à equipe da Polícia Militar o título de campeão do torneio e como vice o time da RBATV, para alegria dos jogadores.

Os diretores do blog aproveitam para agradecer a todas as equipes de futebol que participaram do torneio e a todos os colaboradores que apoiaram o evento.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Polícia tira quatro traficantes de circulação

Encontram-se presos na carceragem de Parauapebas os indivíduos Expedito Barbosa Borges e Cláudio Robson (na madrugada de sexta-feira); Kaeno Pereira dos Santos e Sivaldo Lopes e Silva (na quarta-feira), acusados de estarem traficando cocaína e maconha na cidade.

Segundo a polícia, Expedito Borges, que é tatuador, utilizava o estúdio de tatuagem como fachada para fazer a comercialização do entorpecente, enquanto Cláudio Robson fazia o papel de “avião”, entregando de moto as substâncias encomendadas. Os policiais apreenderam em poder da dupla nove papelotes da droga e uma balança de precisão.

Expedito Borges e Cláudio Robson foram autuados em flagrante na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil e encaminhados para o sistema prisional, onde se encontram à disposição da Justiça.

Adolescentes
Junto com Kaeno Pereira e Sivaldo Silva foram detidos ainda três adolescentes e entregues aos respectivos responsáveis, após serem ouvidos em depoimento.

De acordo com a Polícia Civil, o quinteto estava comercializando maconha e crack em um matagal, localizado próximo a um grande supermercado da cidade, às margens da Rodovia PA 275. Na abordagem foram apreendidos 400 gramas de maconha prensada, 50 gramas de maconha pronta para a venda e algumas petecas de crack.

A polícia presume que Kaeno e Sivaldo estavam transportando a droga de Marabá, onde Kaeno é suspeito de envolvimento em um assalto, para Parauapebas. Nos dois casos, a droga apreendida foi encaminhada para o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. (Waldyr Silva)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Chacina de jovens ainda não foi desvendada pela polícia


Até o fechamento desta matéria, a Polícia Civil continuava investigando para tentar identificar e prender os autores da execução de quatro jovens ocorrida por volta das 17 horas da última segunda-feira (8). A chacina aconteceu na Rua Arthur Azevedo, entre as ruas Carlos Drummond de Andrade e Manoel Bandeira, no Bairro Caetanópolis, em Parauapebas.

Em declarações prestadas à reportagem, o diretor da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, delegado Thiago Carneiro, disse que até o momento ainda não havia novidades nas investigações, mas todo empenho estava sendo feito para o mais rápido possível se chegar aos homicidas e elucidar o crime, que chocou a cidade.

Segundo testemunhas, quatro homens em duas motos pretas cometeram a chacina, a tiros, tirando a vida de Leonilson Cláudio Marques da Silva, 18 anos; Magdiel Ferreira Ramos, 18 anos; Bruno Ruan de Oliveira, 14 anos; e Josué Anderson Serra da Silva, de 16 anos, conhecido como “Belém”.

As quatro vítimas estavam pintando os cabelos para pular a penúltima noite de carnaval, quando foram surpreendidas e assassinadas. Dois jovens conseguiram escapar na hora em que os criminosos abriram fogo contra eles, pulando dentro de um bueiro.

Conforme levantamento da Polícia Civil, os quatro pistoleiros usavam uniformes verdes de uma empresa mineradora da região.

O sargento PM J.Ricardo tomou conhecimento que na noite anterior ao crime as vítimas tinham se envolvido em uma briga no Bairro Nova Carajás, onde aconteceu a programação de carnaval. Pelo que já foi apurado até agora, os quatro jovens tinham passagens pela polícia pela prática de furtos e dois deles poderiam estar envolvidos em dois homicídios ocorridos em Marabá.

Entre suas linhas de investigações, a polícia tem a hipótese de acerto de contas ou queima de arquivo. Segundo o que já foi levantado, além de acusado de homicídio, Magdiel Ferreira esteve recentemente preso por tráfico de entorpecente. Os outros dois que escaparam foram identificados pela polícia como Gilson e Perneta, ambos também envolvidos na prática de assaltos. (Vela Preta/Waldyr Silva)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Comerciante mata colega de bebedeira com tiro de revólver

Encontra-se preso, à disposição da Justiça, desde a madrugada desta segunda-feira (1º), ainda em flagrante, pela Polícia Civil de Parauapebas, o comerciante Raimundo dos Santos Oliveira, de 48 anos, acusado de ter matado com um tiro de revólver calibre 38 o técnico em refrigeração Darley Feitosa da Silva, de 19 anos.

O homicídio ocorreu por volta das 21h30 de domingo (31) na esquina das ruas Ângelo Diniz e Manoel Garrincha, Bairro Guanabara.

Após cometer o crime, Raimundo Oliveira foi embora para a casa dele, localizada na Rua Daniela Perez, no mesmo bairro, mas a polícia já estava atrás dele e o prendeu horas depois.

Conforme apurou o delegado Paulo Junqueira, a vítima e o acusado estavam bebendo juntos em um bar. A certa altura, Darley Silva sentiu falta de seu celular e passou a acusar Raimundo pelo furto. Daí iniciou uma discussão entre os dois, passando para agressão física. Raimundo, que estava armado, acabou atirando e acertando Darley, que morreu na hora.

De acordo ainda com o delegado, o comerciante justificou que não tinha intenção de matar o colega de bar, apenas assustar, e tentando dar um tiro para o alto. A polícia lavrou auto de prisão em flagrante e encaminhou o acusado para a carceragem do Bairro Rio Verde. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sábado, 30 de janeiro de 2016

Polícia detém nove pessoas suspeitas de praticar crimes na cidade

Guarnições das polícias Militar e Civil detiveram nove pessoas por volta das 23 horas da última quinta-feira (28), numa residência localizada na Rua Grajaú, Bairro Casas Populares I, em Parauapebas, suspeitas de envolvimento com assalto e tráfico de drogas.

De acordo com o delegado André Tavares, a polícia recebeu informação dando conta que na residência havia várias pessoas consumindo bebida alcoólica e usando droga.

Ao chegar ao local e fazer abordagem nas pessoas presentes, os policiais encontraram pequena quantidade de crack, aparelhos de celular e um revólver calibre 38, e conduziram as nove pessoas para prestar esclarecimento na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil.

Em depoimento à polícia, Afonso Henrique Silva de Lima, conhecido por “Maga Velha”, assumiu que a arma encontrada era sua e que estava usando para praticar assalto na cidade. Segundo a polícia, o acusado é assaltante conhecido, já tendo passado uma pequena temporada na carceragem do Bairro Rio Verde.

Questionado sobre a origem da arma, “Maga Velha” revelou que a comprou em Parauapebas por R$ 600. Ele assume a prática de dois assaltos, mas nega que tenha ferido alguém com o revólver.

Foi presa também a mulher Gleycendia dos Santos, que estava guardando a arma para “Maga Velha” na casa dela, a pedido do marido, Rafael de Alencar, que se encontra preso no Crrama, em Marabá.

Na avaliação do delegado André Tavares, se o marido preso estiver mantendo contato com a mulher, a partir da cadeia, isso será repassado ao Judiciário e Rafael pode perder direitos, como uma futura liberdade condicional, por exemplo.

Uma terceira pessoa também foi ouvida por portar pequena quantidade de maconha. Como a porção da droga não chegava a pesar um grama, a autoridade policial adiantou que o homem não seria autuado por tráfico e foi liberado, da mesma forma que os outros detidos. (Vela Preta/Waldyr Silva)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Acusado de assalto é solto, pratica crime novamente e retorna para cadeia

Há poucos dias beneficiado com alvará de soltura, William Alves de Macedo, de 23 anos, volta a praticar assalto, é reconhecido por uma das vítimas e volta para cadeia pública de Parauapebas.

De acordo com Leandro da Silva Alexandre, uma das vítimas do acusado, era por volta de 16 horas da última terça-feira (26) quando dois indivíduos chegaram ao seu estabele-cimento comercial, montados numa moto Honda Biz, placa OSZ-8275 e cor rosa.

A vítima conta que um dos homens entrou no estabelecimento comercial, mostrou a arma que portava na cintura e anunciou o assalto, exigindo aparelhos de celular e o dinheiro do caixa, e empreendeu fuga com o comparsa. Após o assalto, Leandro Alexandre disse ter ligado para a polícia e passou as características físicas e identificação da motocicleta.

De posse da placa da moto, os policiais chegaram até a proprietária, Joceane dos Santos Costa, que alegou ter emprestado o veículo para William, cujo endereço foi repassado para a guarnição da Polícia Militar.

Os policiais foram até a residência indicada, mas o acusado não estava no local. Na revista feita no interior da casa, a polícia encontrou o alvará de soltura de Wiliam, que saiu recentemente da cadeia. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sábado, 23 de janeiro de 2016

Mototaxista bate de frente com motoqueiro e este vem a óbito

Após provocar a batida entre duas motocicletas, que acabou provocando a morte, ainda no local do acidente, de Edimael Fernandes Sousa, de 30 anos, o mototaxista Jefferson de Almeida Amaral foi preso em flagrante delito. O acidente aconteceu no final da madrugada da última quinta-feira (21) na Rua São Luiz Gonzaga, no Bairro da Paz, em Parauapebas.

De acordo com o delegado Nelson Alves Júnior, a polícia recebeu a informação sobre o acidente por volta de 5 horas. Ao chegar ao local, os investigadores encontraram uma pessoa em óbito e conduziram o mototaxista Jefferson Amaral até a delegacia, onde ele alegou que Edimael, em companhia de outra pessoa, o teria assaltado.

Jefferson contou que, após ter sido assaltado, seguiu os suspeitos e conseguiu interceptá-los, jogando a moto dele contra a de Edimael, que ao cair acabou tendo morte instantânea. "Até agora só temos o depoimento do mototaxista”, diz o delegado, acrescentando que o suspeito foi autuado de início por lesão corporal seguida de morte, com fiança arbitrada em R$ 2 mil.

No local do acidente os investigadores encontram uma faca, que o mototaxista alega ser da vítima. "Vamos intimar a família para saber sobre a vida de Edimael, que não tem nenhuma passagem pela polícia”.

Em declarações prestadas à reportagem, Jefferson Amaral reafirmou a declaração que deu à polícia, assegurando que não provocou o acidente de forma intencional e que não teve intenção de matar a vítima. O mototaxista disse que tudo começou quando ele fez corrida para uma mulher, que seria amiga de Edimael Sousa.

Jefferson declarou ainda que ao chegar a determinado ponto dois homens se aproximaram e o assaltaram, sendo que um deles seria a vítima, levando R$ 250 dele. “Comecei a segui-lo e acabou acontecendo o acidente”, revela, dizendo que trabalha há três anos como mototaxista em Parauapebas. (Vela Preta/Waldyr Silva)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Ainda repercute na região morte de jovem vendedor de tinta em acidente rodoviário

Ainda repercute na região o trágico acidente rodoviário que ceifou a vida do vendedor de tintas Adriano Logo Pinto da Silva, de 21 anos, ao colidir o carro que dirigia contra um poste na estrada de acesso ao projeto de cobre S11D, município de Canaã dos Carajás, no final da manhã da última terça-feira (19).

Com a batida, o poste foi arrancado e caiu encima do carro, provocando a morte instantânea de Adriano Silva, que ficou preso entre as ferragens do veículo.

Ateumir José Pereira da Silva, atual presidente da Associação de Moradores do Bairro Liberdade, em Parauapebas, e pai da vitima, explica que o filho trabalhava como vendedor em uma empresa de tintas e estava transportando uma carga de tiner para uma obra do projeto S11D. Nas proximidades do local de entrega da mercadoria, ele perdeu o controle do veículo que dirigia, uma picape Strada (placa QDK 8299), e colidiu com o poste.

"Não existe dor maior que perder um filho", lamenta Ateumir José, revelando que Adriano, que trabalhava há três anos na empresa, planejava casar-se em breve. (Vela Preta/Waldyr Silva)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Brigadista de incêndio e comparsa são presos acusados de assaltos

Uma equipe das polícias Civil e Militar, composta pelo investigador Valmir, cabo PM Aurélio e soldado PM Alencar, prendeu na madrugada desta segunda-feira (18) Haroldo Leandro Rodrigues Ferreira, de 31 anos, brigadista de incêndio, e Francisco de Sousa, 32 anos, acusados de fazer arrastão pela cidade, assaltando com uma arma de pressão.

De acordo com a Polícia Civil, uma das ações da dupla aconteceu na Rua Belém, Bairro Primavera, em Parauapebas, de onde as vítimas seguiram os bandidos e repassaram para polícia as características dos acusados, que estavam agindo em um veículo Renault Clio de cor vermelha.

De posse das informações, os policiais fizeram diligências e os dois foram localizados e presos na Rua 14, Bairro União, portando quatro aparelhos de celular, uma pistola de pressão e o carro.

Uma das vítimas, que não quis se identificar, explicou que estava chegando de moto com um colega à residência de um amigo, quando foram abordados pelos dois homens com a arma.

"Eles pegaram nossas carteiras, celular e a chave da moto", relata a vítima, acrescentando que após o assalto eles foram até o apartamento do amigo e os três saíram de carro atrás dos bandidos.

Minutos depois, eles conseguiram localizar a dupla e avisaram a polícia, que prendeu os suspeitos. As câmeras de videomonitoramento do Centro de Controle Operacional também identificaram o veículo e os acusados.

Segundo o delegado André Tavares, os dois acusados vão responder pelo artigo 157, majorado pelo emprego de arma, ainda que de pressão, porque ela também causa ferimentos na vítima.

Em depoimento à polícia, Haroldo Leandro confirmou que é brigadista de incêndio e trabalha em Carajás, na empresa Resgate. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sábado, 16 de janeiro de 2016

Adolescentes confessam ter cometido dois homicídios

Detidos por uma guarnição da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam), da Polícia Militar, dois menores, um de 15 e outro de 16 anos, confessaram ser os autores da morte de dois homens em Parauapebas.

As duas vítimas são Francisco de Assis Alves Macedo, conhecido por “Wolverine”; e Fábio Henrique Nascimento, conhecido como “Bira”.

Os menores teriam usado uma faca contra as vítimas no último domingo (10), no Bairro Liberdade II, alegando que foram agredidos com tapa no rosto. Os dois crimes aconteceram com pequeno intervalo entre um e outro.

Conforme informações da PM, os dois suspeitos tiveram diversas passagens pela polícia, mas logo estavam em liberdade, por ser menores de idade.

Em declarações prestadas à reportagem, o cabo PM Castro explica que os policiais estavam realizando ronda na cidade quando avistaram a dupla, com mochilas nas costas, e reconheceram um dos dois como envolvido em práticas criminosas, por isso decidiram fazer a abordagem.

Os adolescentes contaram à polícia que estavam escutando reggae em um bar, quando do nada Wolverine teria se aproximado do que tem 15 anos e dado um tapa no rosto dele.

Incontinenti, o menor pegou uma faca que portava na cintura e aplicou um golpe no pescoço do homem, que atingiu a veia jugular, e os dois saíram correndo do bar. O homem ainda chegou a ser socorrido por populares, mas morreu antes de dar entrada no Hospital Municipal. O menor disse que não queria matar a vítima, apenas esfaqueá-la, e que não sabia que Wolverine havia morrido.

Instantes depois, eles seguiam por uma rua quando viram a outra vítima, o Bira. Aproximaram-se do desconhecido e o que tem 15 anos pediu tabaco para fazer um cigarro. Ele contou que Bira o teria xingado e ainda dado um tapa em seu peito. Por isso, ele pegou e o esfaqueou na virilha.

Bira, que era deficiente físico, foi socorrido por familiares e levado para o Hospital Municipal, onde passou por cirurgia e chegou a ser liberado, mas teve complicações e acabou morrendo na última quarta-feira (13).

Ao descobrirem quem era o assassino, familiares e amigos de Bira se revoltaram e destruíram a casa de um dos adolescentes, que já havia fugido do local. Segundo o irmão da vítima, Alex Nascimento, Bira foi morto de forma covarde.

Ele conta que o menor de 15 o empurrou e o de 16 esfaqueou. Uma vizinha que viu a agressão ainda discutiu com os acusados, frisando que Bira era deficiente.

Alex ressalta que o menor está mentindo ao dizer que foi agredido, porque seu irmão não tinha movimento nas mãos. Outra irmã de Bira, Patrícia Nascimento, diz que a mãe dele está em estado de choque. "Eles mataram meu irmão de forma covarde", lamentou, chorando. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Polícia ainda sem pistas sobre homicídio ocorrido no Bairro Guanabara

Até o fechamento desta matéria, a polícia ainda não tinha pistas seguras para desvendar o homicídio contra a vida de Gutemberg da Silva de Oliveira, de 29 anos, natural de Pio XII (MA), que foi executado a tiros por volta de 5 horas da última quinta-feira (14). O crime aconteceu na Rua Mané Garrincha, esquina com a Rua Bom Jardim, no Bairro Guanabara, em Parauapebas.

De acordo com o investigador Valmir, da Polícia Civil, a vítima estava bebendo em um bar com duas mulheres e ao sair do local foi alvejado com um tiro na nuca.

Segundo ainda a polícia, pelo fato de a vítima já ter várias passagens pela delegacia, uma das linhas de investigações é de que o crime possa estar ligado a alguma rixa com outra pessoa.

Em declarações prestadas à reportagem, a delegada Yanna Azevedo, da Divisão de Homicídios da 20ª Seccional de Urbana da Polícia Civil, explicou que já foi feita a qualificação da vítima, que teve passagem pela polícia em 2008 no município de Santarém, no oeste do Pará.

"Estamos fazendo as diligências preliminares para definição da autoria e materialidade do crime”, informou a delegada, acrescentando que este mês de janeiro está sendo bastante violento, mas a Polícia Civil está trabalhando diuturnamente para tirar todos os homicidas e outros criminosos de circulação. (Vela Preta/Waldyr Silva)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Índice de criminalidade continua em alta

Diante do alto índice de criminalidade no município de Parauapebas, com o registro de três assassinatos no último final de semana, o diretor da 20ª Seccional de Polícia Civil, delegado Thiago Carneiro, assegura que serão realizadas algumas ações com o objetivo de conter a onda de violência, que havia diminuído no fim do ano.

De acordo com a autoridade, a Polícia Civil já instaurou inquérito para apurar as circunstâncias dos crimes e prender os autores dos homicídios. Ele lamenta que 2016 tenha iniciado com violência acima do esperado, fato que vem causando preocupação à polícia.

“O Governo do Estado vai oferecer concurso público para a Polícia Civil, disponibilizando 150 vagas para delegado, 300 para investigadores, 180 para escrivães e 20 vagas para papiloscopistas, no total de 650 vagas”, revela.

Thiago Carneiro espera que isso haja aumento do efetivo de Parauapebas em número que justifique a instalação de mais de uma delegacia de polícia. “Existe projeto nesse sentido, e vamos lutar para que se concretize, aumentando o atendimento à população de Parauapebas”, ressalta o delegado, frisando que com mais efetivo se amplia o combate à criminalidade na cidade.

As vítimas
As três vítimas do final de semana foram Marcos Alves de Oliveira, de 19 anos, alvejado no domingo (10) com um tiro na testa na Rua Apóstolo Pedro, Bairro Betânia; um homem cujo corpo foi encontrado, também no domingo, dentro de um córrego, no Bairro Novo Brasil, às margens de uma ponte na Rodovia PA 275, com golpe de facão na cabeça; e outra vítima, também não identificada, morta com um golpe de faca após uma briga com outro homem. (Vela Preta/Waldyr Silva)

domingo, 10 de janeiro de 2016

Motoqueiro bate em cavalo e morre na BR

Gleisson Moraes Monteiro, 32 anos, engenheiro agrônomo, ao pilotar uma motocicleta na BR 155, nas proximidades de Eldorado do Carajás, bateu num cavalo e perdeu a vida.

O trágico acidente ocorreu no início da noite da última sexta-feira (8), quando a vítima havia saído de Marabá, onde morava, com destino a Parauapebas, para trabalhar numa empresa de mineração.

Segundo informações do sargento PM Bonfim, na hora do sinistro um carro seguia na frente do agrônomo e conseguiu desviar a tempo do animal, mas o motoqueiro não teve a mesma sorte.

O corpo da vítima foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Parauapebas. Apesar do acidente, o cavalo continuou vivo e solto às margens da pista. (Vela Preta/Waldyr Silva)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Homem é executado com tiro na cabeça e criança arrastada pela água da chuva


Antonio Carlos Veras Filho, de 20 anos, foi executado nesta quarta-feira (6) com um tiro na cabeça e teve o corpo desovado em um bambuzal, nas proximidades de uma ponte, em Palmares Sul, a 10 quilômetros do centro de Parauapebas.

De acordo com o investigador Valmir, da Delegacia de Polícia Civil, ao tomar conhecimento do homicídio uma equipe de policiais se deslocou para a área indicada e observou que o homem havia sido executado noutro local e jogado ali.

“Nas primeiras análises nas fichas da polícia, percebemos que ele parece ser um usuário de drogas, mas vamos ouvir os familiares e tentar localizar e prender o autor do crime”, prometeu o investigador.

Criança na fossa
Caleb Medrado, de 4 anos de idade, morreu após cair em uma fossa enquanto brincava na chuva no quintal da casa dele, no Bairro Cidade Jardim, em Parauapebas, na manhã da última terça-feira (5). O menino ainda chegou a ser socorrido e levado para o hospital, mas veio a óbito.

De acordo com informações de uma testemunha, Caleb brincava na chuva, no quintal da residência, que ficou cheio de água, e foi arrastado pela enxurrada. Ao tentar se fixar no solo ele pisou em cima da tampa de uma fossa, que quebrou e ele caiu no buraco.

Ao se dar conta do que tinha acontecido, a mãe do garoto ainda conseguiu resgatá-lo da fossa, mas ele havia ingerido água e fezes. Levado para o hospital, sete médicos se dedicaram a tentar salvá-lo, mas o menino sofreu sucessivas paradas respiratórias e morreu.

Ainda segundo testemunhas, a família pretende acionar a fabricante da tampa da fossa na justiça, já que a empresa não teria usado ferro na sua fabricação, apenas cimento, o que fez com que ela se quebrasse com o pouco peso da criança. (Vela Preta/Waldyr Silva)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Homem executado com quatro tiros

Erismar Pereira de Almeida foi alvejado por volta das 22h30 do último domingo (3) numa casa localizada na Rua Amazonas, Bairro Rio Verde, em Parauapebas, por quatro disparos de arma de fogo e acabou morrendo.

De acordo com o delegado Paulo Junqueira, a linha de investigação da polícia leva a crer que o crime possa ser passional, uma vez que o autor do homicídio seria ex-marido da mulher com quem a vítima estava tendo um relacionamento amoroso.

Conforme ainda avaliação preliminar da autoridade policial, Erismar Pereira foi executado quando ele chegava à casa da suposta namorada.

A Polícia Civil continua apurando as causas do homicídio, no intuito de identificar e prender o autor do crime, que fugiu do local após cometer o assassinato. (Vela Preta/Waldyr Silva)